Larissa Martins
Mas nossa melhora é mais recente. Passamos alguns jogos jogando bem, mas com dificuldade de ter frieza pra matar a partida, o negócio mudou de setembro pra cá, inclusive com uma melhora grande de alguns jogadores que já tavam no elenco e melhoraram o rendimento com Ramon.
Se pegar os 9 jogos de setembro pra cá, são 59% de aproveitamento, que é número de G6. O brasileiro reflete menos essa situação, porque os jogos que a gente teve nesse período foram: Flamengo (vitória excelente), Atlético (vitória excelente + goleada), Botafogo (derrota, fora de casa para o então líder do campeonato, ainda perdendo pênalti), São Paulo (derrota fora de casa, com uma das arbitragens mais bizarras que eu vi desde 2013) e Inter (empate com vacilo nosso, mas que foi contra um dos times que tem os melhores resultados recentes do campeonato). Ou seja, pegamos 4 dos 6 times do G6, fomos assaltados em um dos jogos e ainda assim só tiveram 4 times dentre os 20, que fizeram mais pontos que a gente nesse período (Botafogo, Inter, Grêmio e Palmeiras), mesmo com a nossa tabela tendo sido provavelmente a mais pesada nesse recorte de tempo.
A tendência é que a pontuação venha traduzir melhor nossa melhora nessa sequência depois da data fifa: Athletico, Cuiabá, Palmeiras, Vitória e Cruzeiro
em Bate-Papo da Torcida > Ramon Diaz: Como o Neto influencia os pensadores ditos torcedores
Em citação ao post:
Bom ponto realmente influencia. Porém sobre o Ramon Diaz olhando o desempenho no segundo turno nós somos o 16, só o segundo turno, com o time que tem, era pra ter pontuado mais nesse turno. Estou começando a pensar que para 2025 seria melhor trocar o técnico.