Anisio Molim
Pra mim a melhor e mais técnica que eu vi jogar foi a meiúca de Bellangero, Luisinho, Cláudio e Carbone de 1951/55, um ano depois Rafael, depois dessa a melhor que eu vi jogar no Corinthians, foi Rincon, Vampeta, Ricardinho e Marcelinho. Teve também a de Biro-Biro, Zenon, Sócrates e Eduardo como 4º homem de meio, aliás, era chamada pela imprensa da época, de orquestra sinfônica. Não era time de futebol era uma orquestra, tinha gente da elite intelectual e artística que vinha de Smoke assistir o 'espetáculo' no Pacaembu.
As outras que apareceram foram boas, mas, não chegou a categoria técnica dessas três.
Para o futebol de hoje Garro e Coronado de fato formam uma dupla de diferentes, impossível não jogarem juntos desde o primeiro segundo de jogo, mas, a 'estrutura' (coisas de hoje, porque no tempo que eu frequentava estádios, era a técnica e a produção futebolística quem escalava), quer que os separem, eventualmente, uns 15/20 minutos finais, juntos.
São os absurdos do futebol, assim como a vida, cheios de absurdos.
em Bate-Papo da Torcida > Nós temos dois gênios da bola
Em resposta ao tópico:
Há quanto tempo nós estávamos sofrendo em ver outros times com jogadores criativos no meio de campo?
Lembro muito bem dos comentários tecidos a respeito do Arrascaeta e Veiga. Lembro de como sofríamos sem um meio de campo marcador e criativo.
Pois bem, meu irmãos, hoje nós temos uma dupla que joga de terno e gravata, tratando a redonda com amor e carinho, além de servir os nossos atacantes com abundância de assistências.
Garro e Coronado. Que baita dupla de jogadores, meus amigos!
Como é prazeroso ver jogadores acima da média jogando, e, agora, temos o prazer de contempla-los no nosso time de coração.
Corinthians, o maior das Américas!
Não para, não para, não para!


