Marcos Baroni
Vi agora que a lei mudou faz uns 3 anos. Pelo novo conceito, a bola estava em posse do goleiro e não poderia ser tocada pelo adversário, seja de sola ou não, portanto pela regra foi falta.
No segundo gol houve falta no Fagner e não houve falta no Hugo que errou antes de ser tocado.
em Bate-Papo da Torcida > Detalhe sobre o árbitro que poucos perceberam
Em resposta ao tópico:
No segundo gol do Juventude ele tomou uma decisão política e não técnica.
Ele não queria nem o VAR. Ficou muito claro que ele pensou: Não vou anular 2 gols do Juventude, já anulei um e agora dane-se, não vou passar por vilão.
Ele não queria ser acusado de anular 2 gols, principalmente porque o primeiro até para mim que sou corinthiano fico na dúvida. Foi um lance muito sutil.
Ele não queria ficar marcado por anular 2 gols do time mais fraco e para alguém que já odeia o Corinthians, fica mais evidente a má vontade dele.
Ele tomou uma decisão que achou menos comprometedora, não foi uma decisão em cima de fatos.
Juiz tem muito disso, é quando eles colocam a esperteza pessoal acima dos acontecimentos.