Caio
Alguém fixe esse tópico por favor.
Augusto fez seu maior acerto até agora ao contratar o CEO. Ele tem que focar na parte política, que está fervendo, e deixar o cara fazer o trabalho dele na área administrativa.
Qualquer coisa fora disso, voltamos a estaca zero.
em Bate-Papo da Torcida > Deixem o CEO trabalhar!
Em resposta ao tópico:
A entrevista coletiva com o novo CEO foi muito animadora, fazia já algum tempo que não viamos sobriedade em algum profissional do alto escalão do Corinthians. O mais importante além disso, é que além de falar, ele tem provas que sabe fazer, dado o trabalho que fez no Flamengo em situação parecida, ou segundo ele, pior do que a qual estamos hoje.
Agora cabe a essa diretoria que já demonstrou sérios traços de egocentrismo, dar a autonomia necessária para o profissional trabalhar, abrir mão da vaidade de poder, e não entrar em atrito com o cara caso ela faça sugestões que vão na contramão do que pensam os cartolas - que nunca sabem nada de nada. Não podemos correr o risco de repetir o que aconteceu com Rozallah, que notadamente é um excelente profissional, mas que foi limado das suas funções simplesmente por fazer aquilo que sabe fazer. O novo CEO precisa de autonomia!
Augusto Melo já deixou bem claro que é ruim estrategicamente e não precisa ser muito observador para perceber que ele também tem sérias deficiências cognitivas. Então, ele precisa sair de cena, cuidar do lado politico para sua própria sobrevivência e deixar o futebol para quem entende de futebol. A R&T deixou um monte de lata cheia de bost@ na sala e o Augusto Melo entrou igual um mamute cedo derrubando todas no chão. Ele não faz ideia de como gerir um clube, quanto antes ter essa ciência, melhor será para o Corinthians. O CEO precisa trabalhar! Ele não pode ser uma figura decorativa que foi contratada apenas para acalmar os ânimos da torcida num momento de crise. Precisa ser uma solução efetiva E REAL.
O Corinthians é uma locomotiva, um trem gigante, que esta andando na areia. O esforço é colocar no trilho, porque depois que estiver no trilho, ganha velocidade sozinho. Augusto Melo nesse cenário é um sorveteiro que precisa deixar o maquinista trabalhar.