Yuri M.
Então você não entendeu o que eu falei. Você falou tudo certo aí, porém a questão aqui é outra. Nicola fala que um dirigente do Corinthians indica a empresa fantasma para o cassunde depositar parte da comissão.
Se o Corinthians só tivesse repassado a comissão. Ai sim seria problema do cassunde somente. Só que aqui já é após o pagamento da comissão, onde o cassunde pega uma parte do que recebeu e deposita na empresa fantasma indicada por um dirigente do Corinthians. Ou seja, caixa 2.
em Bate-Papo da Torcida > Diretor do Corinthians envolvido com comissão VaiDeBet
Em citação ao post:
Mas isso não é novidade, a denúncia do Kfouri foi exatamente essa, vejamos:
'Isso porque a empresa Neoway, que teria recebido diretamente um pix de R$ 580 mil da Rede Social, teria um endereço de fachada em um co-working na Avenida Paulista e a sócia do estabelecimento, Edna Oliveira dos Santos, seria, portanto, uma laranja, já que vive em condições precárias no Jardim Caraminguava, em Peruíbe, São Paulo, e não possui nenhum conhecimento sobre o assunto, Além disso, o endereço da Neoway na junta comercial também seria de fachada.
'As denúncias de Kfouri chamam atenção para dois pagamentos de R$ 700 mil aprovados por Marcelo Mariano, diretor administrativo do Corinthians, à Rede Social. As movimentações foram feitas em um espaço de três dias, algo pouco fora do normal para um clube que vem sofrendo com dívidas e outras obrigações financeiras como o Corinthians. Mariano justifica que todos os pagamentos foram feitos com emissão de notas e pagamento de impostos à Rede Social.'
Ou seja, se houve a emissão de Nota Fiscal dos pagamentos realizados, não importa em qual conta o credor recebeu, o Corinthians pago, possui nota fiscal do pagamento e está dentro da lei.
Aqui um exemplo bem raso: Quando você faz uma compra, você pergunta para a empresa vendedora de quem a conta? O que me interessa é a Nota Fiscal que comprova que eu estou dentro da lei, o que empresa faz com o dinheiro, para quem ela repassa, se é laranja ou não, o problema é dela, vendedora, não de quem está 'comprando/pagando' dentro da lei.