Ernesto Minas
Sobre MauCaratinho Carioca: chegou ao Corinthians sendo flamenguista, não sei se por demagogia ou por sentimento passou a dizer que a camiseta era ' a segunda pele '. Sempre honrou a camiseta, nunca fugiu d o pau, ganhou títulos. Mas era um líder negativo, sempre enciumado, sempre querendo ser ' o único '. Boicotou o clube inúmeras vezes ao boicotar outros grandes jogadores como Túlio Maravilha. Causou problemas que nos trouxeram perdas de jogadores como Luxa, Ricardinho e Rincón, que se cansaram de suas safadezas. Fora de campo sempre usou o Corinthians tentando se eleger e não conseguindo para cargos públicos. Mas foi um vencedor.
Sócrates: craque de bola, jogou em bons times que foram montados nos 6 anos em que esteve no Corinthians. Ao contrário de Marcelinho e de Cássio, ganhou poucos títulos, 3 estaduais, sem nunca levar o time a um título nacional, mesmo jogando com ótimos jogadores. Não teve a menor consideração pelo Corinthians ao sair pra Fiorentina por, segundo ele ' não aceitar a derrota das Diretas Já '. De volta ao Brasil optou pelo Flamengo e quis encerrar a carreira no Santos porque, ele mesmo disse, era seu time de coração.
em Bate-Papo da Torcida > Sempre faltou algo no ídolo Cássio
Em resposta ao tópico:
Apesar de ser um dos maiores, a composição de um ídolo requer algumas coisas a mais, como posicionamentos, liderança, carisma, identificação e talvez até irreverência, como Sócrates e Marcelinho tinham.
Cássio não deixa ser um dos maiores. Tem título e tempo de clube, mas falta na identificação como corintiano. Foi um líder meia boca e nunca expôs o amor ao Corinthians publicamente. Só gratidão. Ele nunca 'correspondeu' esse amor da crianças e adolescentes corintianos a altura. Sempre deixou claro que é grato e ponto, mas amor a torcida/clube, não.