Bruno Otavio
O futebol sempre foi e será assim, todos os bons times surgiram depois de uma má fase e toda a fase ruim vem depois da fase boa é tipo uma onda uma hora tá boa e outra fica ruim, United passou e uma mega potência futebolística e agora é um time que só sabe passar vergonha, o Forest ganhou 2 champions seguidas e agora tá lutando para não cair todo ano, até mesmo os nossos rivais passam por isso a sardinha depois da era Ney virou uma draga e agora foi rebaixado, o flam**** depois de ser salvo pelo caso da Lusa em 2013 começou a criar um time muito competitivo e as Trikas e os porcos tiveram uma fase muito ruim com posições ruins e até um rebaixamento no caso dos sem mundiais e só depois começaram a cresces estamos passando por um momento ruim mas é depois desses tempos que conseguiremos voltar a ser o que nunca deveríamos ter parado de ser
em Bate-Papo da Torcida > Mutações, adaptações, seleção natural
Em resposta ao tópico:
Nada é do dia para a noite e nem da noite para o dia. As modificações são expressas em forma de conjunto de fatores. Pois bem.
Nos fizeram aceitar como normal os desmanches de times vitoriosos. Disseram ser inevitável e assim fizeram, sucessivamente. Ora. Uma vez deu certo. Depois de novo. E de novo. E com qual finalidade? Trampolim. Atendendo primariamente interesses de empresários.
Bem, isso é chover onde está encharcado. Mas é para fazer jus ao cabeçalho do texto.
Do mesmo modo que nos manipularam, induzindo-nos a apequenar nossos sonhos à época por conta das recentes conquistas (entende-se ressaca e barriguinha cheia) como que se fosse saudável e necessário um rodízio no protagonismo do futebol sul-americano, devemos agora acompanhar intimamente o planejamento do clube e admitir que erramos e muito ao confiar cegamente em nossos representantes, sendo apenas passionais.
Modificam negativamente nossa genética. Vemos raramente jogadores demonstrando assanhamento em vestir nosso manto. Fomos preteridos até por times fora da elite brasileira. Nos adaptamos forçosamente, com jogadores medíocres, desacreditados, sem qualificação. E demos continuidade a essa nefasta mutação.
Porém como no darwinismo, o futebol exala seleção natural. Isso mesmo. Sintamos o odor da triagem, da distinção. Mais uma vez, como nos 23 anos sem títulos continuamos a crescer e incomodar.
Essa analogia deve despertar-nos ao invisível, ao místico, ao improvável. Ao que somos os melhores. Crer.
Diante de um cenário como um pós guerra, unir-nos a fé e ao ideal é o melhor que podemos fazer, cobrando e fortalecendo dentro de uma lógica razoável e consensual.
Foquemos em fatos e verdades. Propaguemos força e vibração. Cobremos respeito e disciplina.
Viva o genoma corintiano. Modificado, selecionado e novamente adaptado.
