Octavio Cesario
Está todo mundo caindo em cima da arbitragem pelo resultado cadastrofico do final de semana. E com razão, a atuação foi desastrosa.
Mas eles não são os únicos responsáveis.
O Corinthians que foi dominante no primeiro tempo, vem para o segundo sentar no resultado. Abdica de jogar e deixa o Santos mais perto do empate.
Os passadores de pano dirão: é começo de trabalho, o time ainda não está pronto; o elenco é fraco, trocaram os títulares e o time caiu de produção; foi a pressão de brigar contra o rebaixamento que gerou a extrema cautela.
Mas isso não tem nada a ver.
Quem é mais velho e acompanhou as outras passagens do Mano no Corinthians sabe. O Mano é covarde. Os times do Mano são covardes como ele. A organização que ele tanto prega não passa de uma retranca sustentada no medo de perder.
Dificilmente você verá um time do Mano virar um jogo. Como, frequentemente verá o time sofrer o empate. Ser pressionado após sair na frente no placar.
Roteiros como o do fim de semana acontecerão constantemente. Indepemdentemente da qualidade do adversário.
O medo transmitido pelo comandante é contagiante. Ataca até mesmo os jogadores com qualidade acima da média.



