Rafael Morais
Corinthians é amassado pelo Flamengo no domingo e toma uma surra homérica, nos moldes de um Alemanha 7 x 1 Brasil.
Passamos o jogo todo acuados em nosso campo, como foi no jogo passado contra o Galo, só que com o agravante de ter pela frente jogadores mais habilidosos e decisivos.
Terminamos o primeiro tempo amargando cinco gols no lombo, e no segundo o ritmo não cessa.
A partida termina uns oito a zero para o Flamengo.
Pior goleada sofrida pelo Corinthians na história do Campeonato Brasileiro. A pá de cal em uma história recente de falência administrativa, financeira e moral.
É a fagulha que faz explodir o barril de pólvora.
As organizadas se reúnem e, no anoitecer da mesma data, já estão nas portas da sede do clube exigindo a renúncia do Duílio, além do afastamento da comissão técnica, da atual diretoria e de figuras tomadoras de decisão - mesmo que não possuam cargo oficial.
A polícia é acionada para tentar conter, mas só agrava a situação. O clube é invadido e severamente depredado. O covarde que senta na cadeira da presidência, antevendo que sua residência será o próximo alvo da fúria da torcida, anuncia sua saída imediatamente.
Novas eleições são marcadas.
Alguns veteranos do elenco, que também passaram a ser ameaçados pela Fiel, solicitam o encerramento de seus vínculos contratuais com o Corinthians.
É cedo para mensurar o impacto, mas é quase certo que o time não se salvará da degola em 2023.
Terra arrasada.
Às vezes só é possível construir algo bom, se destruirmos a versão anterior.
em Bate-Papo da Torcida > Situação hipotética, mas que pode acontecer já neste domingo -...


