Al Naka
Ronaldinho gaúcho
Figueroa zagueiro
Falcão do DVD
em Bate-Papo da Torcida > 15 jogadores que eu gostaria muito que tivessem vestido a camisa do...
Em resposta ao tópico:
1 DJALMINHA
Djalminha era o cara que te fazia pagar pau. Não tinha como. Começou no Flamengo mas fez belíssima carreira no Guarani. E aqui uma coisa curiosa. Em 1995, após vender Viola, o Corinthians quase fechou com Luizão, recuou do negócio no último minuto, o que deixou o atacante bugrino pilhado e ele descontou marcando dois gols na virada contra o Corinthians, logo no primeiro jogo. Meses depois, Luxemburgo indicou Djalminha e Luizão para o Palmeiras e ambos vieram por pouca coisa além de 1 milhão. O resto é história. Mas imagina se ele e Luizão tivessem vindo pra Libertadores de 96, com Edmundo? Ou só ele mesmo?
2 Giovanni
Giovanni, como Djalminha, começou no futsal. Grandalhão, alguém diria que ele jamais poderia ser habilidoso ou rápido. Era os dois e ainda definia, dominava e tocava com as duas pernas. Giovanni foi descoberto pelo Santos no Paysandu. Naquele tempo, anos 90, poucos daqui de SP se aventuravam ou se interessavam em procurar qualquer coisa no mercado do Norte/nordeste, afirmando que ali não havia competitividade. Tanto o é que é difícil encontrar até fotos boas de Giovanni jogando ali. Um desperdício.
3 DENER
Dener era indescritível. Muitos afirmavam que era o novo Pelé. Deixou Maradona estupefato em amistoso do time dele, Newell’s Old Boys, contra o Vasco de Dener, nos anos 90. O caminho “natural” era que Dener saísse da Lusa, mesmo que emprestado, diante do interesse do Corinthians. Mas a Lusa sempre se posicionou assim, como rival do Timão, em negociações. Preferiu antes negociá-lo com Grêmio e o time Cruz Maltino do Rio. Infelizmente, foi ali que aconteceu o último apagar de luzes do craque mais brasileiro que apareceu aqui nos últimos 50 anos, depois da Majestade Arantes do Nascimento.
4 ROMÁRIO
Romário já disse em mais de uma ocasião que queria ter jogado aqui. Boatos diziam que em 2006, Kia chegou a considerar trazê-lo para formar dupla com Tevez, coisa que ele confirmou – houve sondagem, mas nada que tenha evoluído além disso. Romário dispensa apresentações, artigos, palavras, até vídeos. Mas vale a pena sempre, falar, ver e sonhar com o Baixinho com a nossa camisa.
5 BEBETO
Em 97, o Excel havia trazido uma série de craques para o Timão. Seguindo o modelo da Parmalat, o Excel usou o Vitória da Bahia como clube satélite, para onde iam os que não davam certo no Corinthians e de onde até poderiam vir – como veio o horrível Agnaldo – para o clube de Parque São Jorge. Assim que o Corinthians perdeu Marcelinho – mais uma vez, um craque, mais uma vez no meio do ano e de novo para o Valência (e diga-se, Marcelinho estava no auge da forma), o Excel ofereceu colocar Bebeto no Corinthians, que tinha vindo depois várias e exitosas temporadas pelo La Coruña da Espanha e, claro, queria continuar como convocável para a Copa de 98, onde fez belíssima figura. O então técnico Nelsinho Baptista negou o craque no time, dizendo ao então presidente Alberto Dualib, após o mesmo ter alegado que ele faria muitos gols: “Você quer gols ou o título?” Nelsinho deixou o clube na zona de rebaixamento daquele ano, quando foi substituído por Joel Santana.
6 JARDEL
Jardel era atacante de espécie rara, o maior cabeceador do mundo enquanto jogou. Felipão viu isso e viu nessa característica uma poderosíssima arma para as conquistas do Grêmio nos anos à frente. Mas ele estava ali, no Vasco, quase esquecido. Só o limitado e marqueteiro treinador gaúcho do 7x1, que gostava de Bernard por ser mineiro e ter alegria nas pernas, é que enxergou o grande potencial do 9 cearense. Por que a gente não?
7 DELY VALDEZ
Quando Viola foi vendido para o Valência, rumores diziam que o Corinthians vinha forte para contratar o panamenho Dely Valdez. Fim da história, Serginho do Fluminense de Feira de Santana da Bahia. Dely Valdez jogava MUITO.
8 MARCOS
Marcos era o “São Marcos” da Porcada, mas sempre que o assunto era renovação, a relação de amor azedava e muito. Em 2006, o Corinthians buscava um goleiro e traições eram comuns e temperavam o futebol mundial na época. Portanto, embora chocante, a transferência em si, estaria dentro do contexto da normalidade futebolística da época. A transação acontecia em sigilo e tinha avançado muito mas, como sempre, um conselheiro boca aberta deu o serviço para Milton Neves, desde que ele não revelasse antes da hora – seria a exclusiva, pra dar ali, após a tinta no papel. Milton Neves, claro, não segurou – de propósito quis melar a negociação – os conselheiros suínos entraram em polvorosa e impediram a transferência certa do ídolo da porcadinha. Marcos jogava muito e seria um lindíssimo soco no queixo dos arrogantes palestrinos.
9 ALEX
Alex “Cabeção”, já era gênio antes mesmo de ser profissional. O Sub-20 de 1997 provava isso a cada partidaça que ele fazia. O Corinthians chegou a se interessar, perguntou por ele, mas já naquele ano, preferiu negociar com o Grêmio para ter Paulo Nunes. Resultado: Alex parou no Palmeiras e Paulo Nunes também.
10 RIQUELME
Também naquele mesmo sub-20, surgia o monstro Riquelme. O Corinthians ficou muito interessado, queria muito investir nele, mas o Boca, claro, sabia a joia que tinha nas mãos. Preferiu segurá-lo e vê-lo se tornar ídolo histórico.
11 BATISTUTA
Por falar em Boca, Batistuta, craque do clube, declarou que queria muito ter jogado aqui. O Corinthians não fez proposta por ele nos anos 90, quando ele disse que houve conversas de que poderia vir para o Brasil. O Batigol nem passou perto do Parque São Jorge, embora deu o maior mole.
12 DODÔ
“O craque dos gols bonitos, ” como ficou conhecido, Dodô já disse que sempre foi corinthiano. Apareceu até tarde no futebol, com quase 23 anos, em ano histórico, pelo SPFC: marcou cinco gols numa partida contra o Cruzeiro e quase sessenta na temporada. Depois, reeditou sucesso no Fluminense. Mas ninguém do Corinthians o procurou pra jogar aqui.
13 Renato GAÚCHO
Outro boato pós-saída de Viola. Renato negociou pra jogar aqui em 1995. O mais perto que ele chegou de São Paulo foi se apresentar no São Paulo, em 1997, só pra voltar para o RJ no dia seguinte e anular o contrato com os tricolores. Mezzo a mezzo, como uma pizza: triste por não ter jogado aqui, mas hilário pela tiração com os mauricinhos.
14 ARILSON
Arilson era MUITO BOM JOGADOR. Raçudo, habilidoso e cheio de bons atributos. Com boa proposta, seria tirado do Grêmio, quando ainda era jovem. Mas o que tinha de qualidade, também faltava de juízo. Anulou a si mesmo na Seleção quando resolveu se aventurar fora da concentração no Pré-Olímpico de 1996. Ainda assim, era melhor um louco desses do que um sonado igual o Souza – o Sonouza, como diziam alguns.
15 CAMBIASSO
Outra força do Sub-20 de 1997, Cambiasso foi um monstro de volante. O Excel declarou abertamente que queria contratá-lo junto com Riquelme. Já imaginou essa dupla aqui?
Esses são alguns dos meus - tem aqueles de quem a diretoria nem se preocupou mesmo em manter como Rivaldo e até Edmundo, que ao contrário do que muitos pensam, queria ter ficado.
E os seus, quais são?