Diogo Urquiza
Fiquei preocupado com a forma que os jogadores se referem ao Lázaro, o desrespeito e o tanto que ele fica tímido diante do elenco. Sou a favor do Lázaro e venho apoiando o trabalho dele. Gosto da forma que ele vê futebol, mas pra dominar um elenco desses vai precisar de mais pulso e da diretoria dando moral pra ele.
Quando ele avisou para o Guedes que ia tirar ele, logo veio cara feia e uma postura de desrespeito. Chegou no escanteio e ele iria sair, virou para o banco e deu um chilique dizendo que não ia sair naquele lance.
Passou um tempo e foi a vez do Renato sair. Quando o Lázaro avisou que ele sairia, logo virou para o banco gritando que se não tinha tirado antes não tinha porque tirar faltando oito minutos.
Gostei que o Lázaro se manteve firme nas decisões, mas achei ridícula a postura do elenco.
Outros fator preocupante que reparei é como o time é apático em campo. Pelo tanto que o elenco tem tempo de convivência achei que no campo conversariam mais, mas vi um time silencioso, só o Renato gritando pedindo bola e uma vez ou outra coordenando ações. Todos calados sem pedir bola, cobrar um ao outro e dar moral. Jogador tem que falar em campo, tem que pressionar mentalmente o adversário e o juiz, além de conversar com os companheiros.
Afora isso: como o Rafael Ramos é fraco e covarde. Chocante. Tem medo do jogo, se esconde, só toca pra trás e não avança. Um dos laterais mais fracos que já vi. Yuri Alberto me pareceu um jogador também muito metidinho, postura diferente de grandes nomes como Paulinho, Cássio e RA8. Esses, inclusive, que foram os únicos, junto ao Adson, que deram moral e atenção para torcida. Outros nem olhavam. Qual a dificuldade de dar camisa fim de jogo? Por que não se aproximar da arquibancada e dar carinho para quem pagou ingresso caro?
Fica aqui meu desabafo!
em Bate-Papo da Torcida > Vi o jogo no estádio e fiquei chocado com o desrespeito

















