Felipe Ramos
Que o Lázaro sabe muito menos de futebol do que se esperava, que seria uma aposta muito arriscada todos sabíamos, no entanto o que se dizia é que ele era um profundo conhecedor de futebol, mas ontem ficou claro que ele sabe no máximo copiar uma coisa que viu repetidamente durante anos, o dia que decidiu mudar a formação para uma 4312 ou 442 losango, vimos que ele não entende nada além do tradicional 4141 utilizado por seus mentores anos no clube, ontem em tese jogaríamos sem pontas então quem deveria cobrir a faixa lateral de ataque era para ser Fagner e F. Santos no entanto o que se viu foi os laterais plantados na defesa, os meias que deveriam formar um losango abrindo a todo instante fazendo a função de pontas, o time que deveria ter triangulações por dentro devido a quantidade de jogadores no setor totalmente perdido pois os atletas estavam realizando funções diferentes das que são propostas e somente o Fausto Vera tentando sair pelo meio sozinho sem ter o que fazer, o que poderia ser feito e que é comum em equipes que utilizam essa formação, era ter baixado o primeiro volante entre os zagueiros, liberado os laterais e feito a já conhecida saída de 3, isso não é novo qualquer um que acompanhe futebol e goste um pouco da parte tática já viu isso, o Lázaro está perdido no cargo não sabe o que fazer, se era pra apostar buscaria um argentino afinal a escola Argentina de técnicos é muito melhor que a brasileira, inclusive lá se usa muito a 442 losango então qualquer treinador de lá saberia utilizar e explorar melhor as características do elenco.
É triste ver o rumo que tomamos, mais uma temporada jogada no lixo, ou alguém acha que em algum momento do ano a pressão não será tão grande que a única medida possível da diretoria será mandar o treinador em bora? E aí começamos tudo dnv, novo técnico que reclama do preparo físico, da falta de pré temporada e assim é mais um ano sem conquistar nada. É realmente desanimador o que acontece no Corinthians, clube sucateado comandado por uma quadrilha que coloca nos cargos amigos por conveniência.