Luco Guido
Boa! E realmente faz bastante sentido esse pensamento.
Mas, por outro lado, acredito que como Corinthians precisamos sempre garantir 3 goleiros que podem ser titulares, porque eventualmente pode acontecer da gente precisar do 3º goleiro.
Então, nesse caso, vender Ivan e emprestar Donelli, Kauê e Alan Gobetti fariam com que a gente tivesse 0 goleiros 'prontos' para ser titular em caso de necessidade.
Dito isso, acho válido o processo de passar 1 ano treinando com o profissional e aí emprestar, até para pegar parte da formação dos goleiros do elenco profissional.
Alan e Donelli emprestados e Kauê como 3º goleiro em 2023 seria o ideal, na minha visão!
em Análise dos jogos > Análise dos jogadores da Copinha | #1: Kauê Camargo – Goleiro
Em citação ao post:
Na minha opinião goleiro só é bom quando está sendo constantemente testado, não adianta o cara ter potencial e ficar mofando no banco.
Claro que há exceções, mas falando de jogadores novos como Donelli e Kauê, colocá-los no banco como segundo ou terceira opção é brecar o desenvolvimento deles.
Muito melhor emprestar para um time forte e deixar eles trabalhando. Fica muito claro que o Donelli campeão mundial com o sub 17 não tem mais a mesma confiança de antes, a cara de medo no dérbi diz tudo.
Também gosto de usar o Alisson Becker como exemplo, tudo bem que o tempo passou e ele envelheceu, mas depois que foi para o Liverpool (um time mais forte) caiu muito o nível de quando era da Roma (um time mais exposto), talvez se o Alisson ainda fosse da Roma conseguiria fechar mais o gol do Brasil.
Por isso que as vezes é melhor levar um goleiro de um time menor do que o de um grande. O reflexo dos que jogam em times menores estão mais em dia.
