Itamar Fulano
Perfeito sua análise amigo!
Maioria não acompanha o futebol Feminino!
Só vão na modinha do momento quanto está vencendo!
Por isso não vê os erros! As falhas de planejamento!
E ficou claro o erro de planejamento em 2022, exageraram nas apostas!
Acharam que a HEGEMONIA ia se manter fácil!
Agora 2023 precisa ser cirúrgico!
Se não vai ficar longe das conquistas!
Palmeiras está cada vez mais forte!
São Paulo, Flamengo, Internacional estão crescendo!
Então, precisa abrir o olho!
em Bate-Papo da Torcida > As brabas
Em resposta ao tópico:
Quarta-feira as Brabas (que na Libertadores estavam mais pra as Mansinhas) podem se classificar (no sufoco) para as semis do Paulista, a não ser que Ferroviária e Bragantino empatem, e aí vão disputar o torneio de Consolação. Muito pouco para quem, até o começo do ano, desejava enfrentar Lyon, PSG, etc. Mas o Corinthians é assim, quando tem tudo para fazer História, joga todo o trabalho no lixo (vide o Masculino em 2012). Claro, o Feminino ganhou o Brasileirão este ano, mesmo com as várias lesões que afastaram jogadoras importantes, mas a auto-sabotagem contribuiu para acabar com o encanto do time, que fez os outros clubes se mexerem. E enquanto os outros times se reforçaram bem, nós perdemos muitas jogadoras de qualidade (e outras que seriam no mínimo úteis, como Ingryd e Poliana) e fizemos muitas contratações duvidosas (aqui não vou citar nomes). Bia Zanerato saiu da China, quase fechou com o Flamengo, mas acabou retornando para o Palmeiras (mas para a nossa diretoria não servia); Crivelari quis voltar para nós, porém a diretoria fez c* doce; Gabi Zanotti faz muita falta, e a Duda do Inter seria interessante, entretanto a diretoria zzzzz... E, para piorar, o Arthur vive recuando a Diany para a lateral ou zaga, anulando uma ótima opção para passes, chutes e lançamentos. Exceto por isso, eu o considero um baita técnico, que poderia logo assumir a Seleção - e aí, uma diretoria séria já estaria preparada para isso. Porém, como acabamos de ver com o Masculino esta semana, planejamento a longo prazo é algo que nossos dirigentes nunca prezaram, e aparentemente essa mentalidade ainda persistirá por muito tempo.