Valdomiro Mantovani
Excelente material, Becker! Muito bom trabalho.
Ontem publiquei (aqui no Fórum MT) essa foto do time juvenil do Corinthians (é o quadro juvenil de 1917) e um mano observou nis comentários que o RONI está na foto... É o goleiro que está a frente (sentado).
Deve ser o avô do Roni... Kkkkkkk...
Valeu. Abraço. Tmj.
em Bate-Papo da Torcida > Revista oficial do Corinthians, 1933
Em resposta ao tópico:
Hoje vamos folhear a primeira revista oficial publicada pelo Corinthians, em 07.09.1933:
Na realidade, é uma réplica que faz parte da Bíblia do corintiano , uma caixa organizada pelo professor Celso Unzelte que já mostramos aqui:
Infelizmente, essa réplica não tem a capa, disponível aqui:
Como vocês podem ver já na primeira página, a revista rende homenagens a Alfredo Schürig, o grande benemérito que dá nome ao estádio da Fazendinha. Presidente do clube no tempo em que dirigentes (ou “paredros”, como se dizia) doavam seus próprios recursos ao clube:
A revista tem dois textos contando a história do Timão até então. Primeiro, um resumo de duas páginas, intitulado “O Corinthians de hontem e de hoje”. O segundo, “Os 23 annos futebolísticos do Corinthians Paulista – a história de um clube humilde e anonymo, que se transformou em grande potencia do ‘Association’ brasileiro”, é um artigo de seis páginas de “Olympicus”, pseudônimo do jornalista Thomaz Mazzoni – que, segundo algumas versões, seria o criador dos apelidos Timão e Mosqueteiro. Acompanham o texto as fotos de três times campeões:
Uma das legendas acima merece um comentário, certo? Mas vamos em frente. Em seguida, tem uma página sobre “O futebol corinthiano em 1933”, ilustrado pela foto do time e do treinador Pedro Mazzulo:
Em suas páginas também encontramos os retratos de dois dos fundadores: Antonio Pereira e Miguel Battaglia, o primeiro presidente:
Seguem fotos dos remadores e da ala feminina do Corinthians:
Não é só no sub-20 de hoje, há mais de um século que o Corinthians já era um celeiro de craques:
Para terminar, em OFF, esta propaganda que mostra como um atacante via o goleiro em 1933:
Alô, Cássio!


