Rubens Leite
Há o que se lamentar, e também, o que se aplaudir!
Posto que, Andrés Sanchez foi o maior dentre essa geração de diretores que passaram pelo clube, recentemente; vejo sua saída, com pesares.
Contudo, ele já fez isso num passado recente. Quando, com maestria, se esquivou de se perpetuar na presidência do clube. Deixando que, outros, pudessem dar continuidade a um de seus maiores legados: a modernidade.
Demonstra a maturidade de quem procura o bem maior para a entidade e não para si só somente; diferentemente do que se via antigamente, e que, ainda, se perpetua em diversos outros clubes que não enxergaram a necessidade de evoluir e, por essa razão, são pesados a ponto de desgraçarem cada vez mais a situação administrava de seus clubes.
Assim, concomitantemente, a decisão pela saída da gestão da arena, significa, principalmente, que não é ele, Andrés Sanchez, que está por estabelecer os preços dos ingressos na nova arena, mas, a contingência que cerca a administração da ‘modernidade’ no clube, que, além de tudo o que gira em torno do “status” de grande, tem que pagar a conta de tanto sucesso e crescimento; sendo, o maior deles, a Arena Corinthians com uma enorme conta a vista. A sua saída, portanto, prova isso.
Bem, posto isso, vejo que para dar continuidade, sem arriscar uma descontinuidade, a nova pessoa para se apostar na função do Andrés na gestão da arena, é, sem dúvida, Paulo Rosemberg, que, verdade seja dita, foi um expoente inquestionável na realização do sonho de uma casa própria e digna para o clube, bem como, no apoio à modernidade administrativa e de gestão.
Com muita gratidão e reconhecimento, desejo muito sucesso ao Andrés! Aguardamos você, Paulo Rosemberg, para dar continuidade a esse triunfo que tanto sonhamos, em mais de cem anos de história.
Vai Corinthians!
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