Marcelo Longo
No gol da Chape: Otero chutaria 'na lua' de primeira, Ramiro iria 'encher o pé' e acertar no peito do goleiro e Everaldo iria tentar dominar e a bola iria bater na canela.
No gol do Fortaleza: Otero iria dominar, tentar virar rápido e cair sozinho, Ramiro iria dar um passe pra trás e Everaldo iria fazer a mesma coisa que no gol da Chape.
Fim da história triste.
em Bate-Papo da Torcida > Róger Guedes: o gol custa caro!
Em resposta ao tópico:
Essa frase tão dita por aí, encontra sua veracidade em Róger Guedes.
Nos dois últimos jogos ele mostrou o QUÃO CERTA é essa máxima futebolística.
1- Gol contra a Chapecoense : quantos jogadores no Brasil teriam o raciocínio rápido de matar aquela bola na coxa e em vez de ajeitar para perna esquerda, o que daria tempo de um zagueiro chegar, chutar de biquinho com a direita mesmo, enganando totalmente o ótimo goleiro adversário?
2- Gol contra o Fortaleza : girada e passe de costas para o Jô, já se projetando para o espaço, atraindo marcação e abrindo espaço para infiltração de Cantillo. Alguém imagina qual seria a tomada de decisão de um Everaldo, Ramiro, Otero (com todo o respeito aos citados), em uma jogada daquela?
Em dois movimentos pequenos, micromovimentos, Róger Guedes mostra que contratar jogadores especiais, diferenciados, mesmo pagando caro pelos mesmos, faz TODA a diferença. Um driblezinho aqui, um passe que quebra linhas ali, uma jogada que desconcerta a marcação acolá...
Que esse tipo de jogador faça o Corinthians entender qual o padrão correto de contratação para um time que almeja retomar seu espaço nas cabeças do futebol brasileiro e sul-americano.








