Marcos Santos
Problema não é nem isso, e sim o técnico que temos que não ajuda o cara.
Lateral dificilmente sobe para dar opção, ele fi a no 1 contra 1 e não encosta ninguém para tabela, lateral não sobe para o zagueiro ficar na dúvida, aí #$!@% o cara, ele tem que se virar só.
Por isso que mosquito deveria entrar na direita, sai Gabriel, GP fica mais centralizado para jogar junto com mosquito, fazer essa dobradinha, aí dá jogo.
em Bate-Papo da Torcida > Peso de uma tonelada nos ombros do Gabriel Pereira
Em resposta ao tópico:
É o que o Gabriel Pereira terá nas partidas de agora em diante.
Uma coisa é jogar com status de promessa da base tendo um salário de R$12 mil, outra coisa totalmente diferente, é jogar com o peso de receber um salário de R$300 mil. O status muda.
Agora a torcida não vai esperar menos do que vê-lo decidindo partidas, ainda mais depois de um processo de renovação conturbado como foi.
Se não jogar nada, vocês até já sabem qual será a primeira palavra direcionada ao garoto né? Isso mesmo: mercenário. Até arrisco dizer que sei qual será a segunda: mascarado.
Além disso, tem que ver como será o ambiente do garoto no elenco agora. Como bem mencionado por um tópico fixado recentemente, o João Victor já deu a letra duas vezes na coletiva, que soaram até como indiretas: (1) quando o jogador quer ficar, ele intervém na negociação e resolve; (2) ele, João Victor, está contente com o salário que recebe.
Como será que o Gabriel Pereira vai reagir em relação a essas situações? Só o tempo dirá.
Mas, que tudo isso poderia ter sido evitado, poderia sim. Bastava ter uma diretoria de futebol mais competente.