Diego
Antes de mais nada, o motor do futebol é grana! O combustível pode ser a paixão, a torcida... Mas o que move o futebol é dinheiro. Tenho por mim que o Duílio vem sim fazendo um bom trabalho: reduziu custos, montou um time competitivo e enxuto, vêm gerando novas receitas! Mas o caso GP é mil vezes mais caro que uma eliminação precoce de um campeonato e que, invariavelmente, resulta na rescisão de contrato da equipe técnica! Portanto, deveria ser fim de linha para Roberto de Andrade e Alessandro também!
Não é a primeira vez que isso acontece, mas, tem que ser a última! É inaceitável isso no Corinthians!
O que tudo indica é que nossos dirigentes cometeram se não 1 mas 2 erros crassos: PRIMEIRO, tiveram oportunidade de renovar com valores plausíveis e não aceitaram! Demoraram, se enrolaram e às vésperas de fim de contrato, tentaram de novo, porém o empresário do jogador, que já tinha em mãos outra proposta, oportunamente pediu igual ou superior! E SEGUNDO, quando o jogador não aceitou a contra proposta permitiram que mesmo continuasse jogando! Garanto que o Benfica só fez prosta porque viu o jogador em campo! Então, há de se dar um prazo para renovar, tem que ter um “go/no go”, ou renova ou encosta o jogador.
Se o Corinthians busca austeridade no âmbito administrativo/jurídico deve tomar desse caso algumas lições aprendidas: a) Definir políticas de contratação e renovação; b) Roberto de Andrade e Alessandro, ambos têm de ser desligados. E chega de cargo político, contratem profissionais de mercado, a exemplo de Colagrossi, que faz um irreparável trabalho; c) GP não pode ser mais relacionado para as partidas; d) Este empresário passa a ser “persona non grata” no Clube. Outros empresários, de caráter, apesar das lambanças que dirigentes cometem, agiram diferente demonstrando respeito e gratidão a Instituição!
em Bate-Papo da Torcida > O que se pode aprender como o caso GP?