Leonardo Diniz
Eu acho que a situação é bem delicada mas a saída pra sair dessa enrascada é a aposta no time competitivo em 2022 e numa vaga direta pra Libertadores nesse Brasileiro.
As dívidas de curto prazo estouram em dezembro de 2022. Até lá vai ser preciso arrecadar bastante com premiações (se não for possível o título, chegar longe nas competições), fiel torcedor, bilheteria nos jogos, patrocínios diversos além da camisa, compra de produtos licenciados e vendas históricas de jogadores da base/jovens.
Veja só, se o time for competitivo ano que vem, todos os jovens serão muito valorizados: João Victor, Adson, Mosquito, Raul Gustavo, Piton, Xavier, Du Queiroz, Vitinho e GP.
em Bate-Papo da Torcida > Analisando friamente
Em resposta ao tópico:
Tirando o contexto futebol que não tem como negar, Giuliano, Renato, Roger Guedes e William jogam muita bola, é inegável.
Agora analisando a parte econômica da situação (não sou nenhum contador ou especialista na área) como que vai pagar esses caras?
Acabei de ler que a folha esta em 11 milhões fora o William que parece ter o salário + luvas em torno de 1,5 milhão mensal.
Divida a curto prazo de quase 600 milhões, bloqueios judiciais, deficit no clube social, sem bater a meta de venda de atletas que é 90 milhões de reais.
Sei que a Falconi e a KPMG (acho que é esse o nome) estão auxiliando nas contratações desses caras, e estão meio que dando ''aval'' mas mesmo assim foi um salto grande do começo do ano pra cá, claro que nos livramos de 300 perebas, e enxugamos a folha, renegociamos a receita do estádio, mas fico preocupado ainda. E ainda que com um time bom a gente pegar uma posição melhor no campeonato e jogar Libertadores.
O que vocês acham?

