Márcio Costa
Sim, lembro desta parte. E de fato, foi uma análise já fora do Corinthians, porque o Paulo Andrade falou que o Barcelona deixou de arrecadar, porque o Calçade não ia mais na lojinha do clube...rs.
Mas de fato. Nem Ronaldo, maior nome do marketing no futebol brasileiro neste século, foi capaz de inverter essa lógica de camisas falsas. Porque o torcedor brasileiro tem cultura de consumo destes produtos, e por também ter uma situação financeira menos privilegiada.
Para mim, o grande pulo do gato está no dinheiro com sócio-torcedor. É aí que dá pra explorar muito mais do que fazemos hoje. Em 2019, pré-pandemia, não ficamos nem no top-5 de clubes com mais arrecadação no seu programa.
Isso é ridículo.
em Bate-Papo da Torcida > Impressionante o entusiasmo da "imprensa" com as novas...
Em citação ao post:
Só que tem um ponto interessante que ele falou bem depois e não tinha relação com a história do Corinthians, mas que me fez pensar bastante.
Ele disse: 'Eu não comprei a camisa do Messi, mas tenho 3 camisas do Barcelona do Neymar e uma do Cruyff.'
Lá na Europa em geral, é muito comum a torcida comprar a camisa do time com o nome do jogador atrás e a marca do patrocinador. Penso eu que seja por dois motivos: 1- os europeus gostam mesmo e valorizam o ídolo e usam mesmo após a saída do cara do clube; 2- os jogadores ficam mais de anos no clube, muito raro um jogador ídolo sair do clube ficando um ou dois anos só no time;
Aqui no Brasil não compramos camisa de jogador e tampouco queremos com os patrocinadores, isso meio que afugentam os investimentos.
Mas você me fala, 'ah, mas jogador bom faz vender camisas do clube', sim, mas não é todo mundo que compra camisa original ou licenciada, a maioria compra camisa falsa.
A nossa fonte de renda, são as torcidas no estádio e a audiência da TV venda de camisa com jogador bom é muito difícil aqui no Brasil.