Maria Girão
O problema que não passa pelo Conselho isso acabaria o monopólio dos esquemas
em Notícias > Sócio torcedor - saída para a crise financeira do clube
Em resposta ao tópico:
Já ficou claro para todos os corinthianos que acompanham noticias sobre o clube que estamos passando por sérios problemas financeiros gerados pela má gestão financeira, administrativa e do futebol do clube. São inúmeros os fatores que ocasionaram esse divida de quase 1 bilhão de reais: vão de dividas empurradas com barriga de gestão em gestão que viraram bola de neve, contratações caras e erradas até contratos obscuros, demora em fechar os naming rights da Arena que transferiram muito dinheiro da bilheteria dos jogos para pagar as parcelas do financiamento etc.
Essa gestão do Duílio por mais que seja uma continuação da Chapa Renovação e Transferência já tomou algumas medidas para conter este problema que desde 2018 afeta diretamente o futebol como a redução dos custos em 20% em todos os setores, renegociação dos valores dos patrocinadores na camisa, contratação de consultorias como Falconi e KPMG etc (muito embora o clube social continue sendo um dos canceres do futebol por requerer vultuosos recursos para continuar existindo).
Entretanto, apenas a contenção do custo e despesas não será o suficiente para desafogar o clube e ao meu ver será preciso gerar novas fontes de receita com urgência. A própria fiel torcida já chegou a se mobilizar para fazer uma vaquinha digital para pagar o estádio mas penso que hoje o principal problema seja pagar essa dívida que é bem mais critica e prioritária.
Para isso trabalharia em cima da principal dor e do princiapal desejo de todo torcedor do Corinthians atualmente que é ter o direito ao voto para escolher o próximo presidente - diretoria bem como as chapas que integrarão os conselhos e voltar a ver o time jogar bem em campo, sendo competitivo a ponto de voltar a disputar títulos. Uma mudança no estatuto aliado a um bom programa sócio torcedor gerariam as fontes de renda necessária para salvar o clube, como:
Programa Fiel Torcedor com direito a voto - simples assim - o clamor é tanto que acredito que a torcida nem pediria outro benefício desde que pudesse votar na próxima eleição, se levar em consideração estas as projeções abaixo o clube pode adotar uma das duas estratégias de receita, ganhar por volume (que neste caso seriam bem mais democrático) ou ganhar pela margem (que neste caso deixaria a opção bem mais elitizada mais com um faturamento superior ao atual modelo de sócio do clube).
Antes temos de lembrar que segundo o Datafolha 2019 o clube possui uma torcida cerca de 29.645.796 pessoas. Só na Página do Facebook tem de mais de10 milhões de seguidores.
Por volume - programa sócio torcedor com direito a voto (único benefício): R$80,00 por mês
80*12= R$960,00 por ano
Expectativa conservadora: 100 mil sócio torcedores
80*100.000= 8.000.000,00 por mês.
960*100.000=96.000.000,00 por ano.
Considerando um número de adesão bem conservador em relação ao tamanho da torcida ou dos seguidores da página do facebbok (100 mil sócio torcedores), já seria o suficiente para levantar uma receita bruta de 96 milhões de reais.
Por margem (direito a voto mais benefícios exclusivos) - R$ 500,00 por mês.
500*12=6.000,00
Expectativa conservadora: 30 mil sócio torcedores
500*30.000= 15.000.000 por mês
6.000*30.000= 180.000.000,00
Essa projeção serve apenas demonstrativa e serve para ilustrar um cenário com base em possibilidades reais, ainda falta considerar os sustos com a plataforma e mão de obra, despesas com campanhas de marketing e os impostos mas qualquer número próximo a esses tickets elevando em consideração um número bem conservador de sócio torcedores com base no histórico de adesão do próprio programa os números do faturamento seria significativo para um clube que precisa de novas fontes de receita.
O que acham dessa sugestão?
