Rodrigo José
Olá Fiel! Estamos todos muito atônitos e desanimados com o futebol apresentado pelo Timão nesses últimos dois anos e a série B começa a aparecer no retrovisor (sai Zika!) Sabemos que, muito do que tem acontecido, tem relação direta com a crise financeira a qual o clube atravessa. Mas, será que é somente isso?
Fernando Lázaro, analista de desempenho, organizou o time com uma pequena herança deixada por Mancini: o esquema 3-5-2. Nele, vimos Raul, Gil e João Vitor terem maior controle de eventos na zaga, conseguindo defender de forma mais organizada e sólida. Raul Gustavo mostrava uma saída de bola melhor elaborada, Gil conseguia se achar melhor em campo e o pique do menino JV em disputar todo lance com fôlego era louvável.
No 3-5-2, o time ganhava um meio campo com mais mobilidade, com Fagner e Piton fazendo subidas que levavam perigo ao adversário e que os possibilitavam, também, voltar para marcar com maior fluidez em caso de contra-ataque.
Temos uma clara deficiência daí pra frente. Porém, Gabriel e Cantillo conseguem se encontrar em campo no 3-5-2. O colombiano com viradas de bola inteligentes, quando consegue se encontrar em campo, e Gabriel, as vezes contestado além da conta (na minha opinião), é ligado no 220v quando o time se organiza, e disputa cada bola como se fosse a mais importante da partida.
Podemos dialogar e debater sobre nomes como Luan, Araos, Vital, Ramiro (que deve sair), Mosquito, Jô... O que não podemos, é pedir a cabeça de jogadores aleatoriamente a cada partida ruim que fizerem, porque, simplesmente, não teremos dinheiro para repor esses jogadores. Porém, nomes como de Camacho, por exemplo, já precisam ser (e com urgência) repensados nesse elenco, pois não entregam o mínimo de vontade dentro de campo.
Essa é minha singela opinião, e respeito muito quem pense o contrário, sendo até muito bom ver de vocês, torcedores como eu, indicarem outros nomes pra este mesmo esquema que, ao meu ver, hoje é o que poderíamos ter de melhor.
Vai Corinthians!
