Claudio Santos
1° passo: destituir todos os integrantes do grupo Renovação & transparência da diretoria, caso contrario, a vaquinha será chover no molhado!
em Bate-Papo da Torcida > Vaquinha da Fiel
Em resposta ao tópico:
Boa noite nação.
Um dos assuntos mais comentados desta semana no Corinthians foi a 'vaquinha da Fiel', proposta pela torcida gaviões acredito ser uma bela iniciativa, ainda mais pelo fato de não passar pelo clube, a ideia, pelo que se fala, é que esse dinheiro vá direto para caixa para pagamento da arena.
Pegando um 'gancho' nesse assunto gostaria de levantar no fórum a seguinte discussão.
Trago-lhes dois fatos, primeiro é que temos mais de 30 milhões de torcedores e segundo é que os clubes empresas são os mais saudáveis financeiramente no mundo.
Sendo assim, acho difícil acreditar que uma simples promessa de boa administração irá pagar essa dívida assustadora e ainda montar times competitivos.
Por isso, gostaria de dividir um pensamento; será que dentre esses 30 milhões de torcedores não existem pelo menos 1 mil torcedores dispostos a investir 100 mil reais por mês no clube?
Isso seria algo em torno de 100 milhões por mês, 1,2 bilhões no ano.
Esse dinheiro, fornecido pelos 'sheiks' corinthianos seria mais que capaz de tirar o clube do fundo do poço, somados aos patrocínios e televisão tornariam o clube uma potência.
É claro que nenhum investidor é louco o bastante de investir tanto dinheiro para uma simples administração gastar, aí chega a segunda ideia.
Se o clube fosse um aglomerado de empresários (aí não necessariamente corinthianos e sim pessoas que acreditam na marca e querem lucrar com ela), esses 'sheiks' investem e recebem um percentual de retorno, tanto social, quanto financeiro, proporcional ao que investiu e uma parte dos lucros iriam para um fundo de sustentabilidade financeira do clube.
Com contratos bem feitos que preservem a marca, com transparência fiscal e diretoria assalariada à serviço do clube, acho que seria possível ter uma democracia empresarial de mil, dois mil, cem mil assossiados, com suas respectivas ações pagando as contas e usufruindo dos lucros.
