Rodrigo Silva
O Corinthians tem uma base um 'esqueleto' do time titular muito bom.
Precisa ter coragem para fazer que nem o Santos, Flamengo e São Paulo colocar jogadores da base para jogar.
Não importa se o jogador da base tem 16,17,18,19,20 ou 21 anos.
Não importa se tem jogador da base que já subiu para o profissional, na mesma posição.
Se o jogador que subiu dos juniores não evolui no time profissional deixa mais um tempo no elenco e sobe outro, não importa.
Por exemplo, se o Piton que subiu da base não está rendendo, não evolui, e o Reginaldo do Sub 20, se mostra mais completo, testa o Reginaldo, e por ai vai. Não importa quem é mais velho.
Tentativa e erro. As vezes um jogador mais novo da base é mais maduro para jogar no profissional que o outro mais velho.
Esquece esse negócio de MERITOCRACIA que o Tite falava que tem que colocar o pé de rato, jogador mediano comprado do Fluminense, Ponte Preta etc, mesmo se tem um jogador da base que é um fenómeno.
Isso teria que virar cultural, o jogador que chega para jogar no Corinthians que é mediano se não explodir, mostrar que tem futebol para jogar já sabe que um jogador da base vai tomar o lugar dele.
Para não ocorrer igual o Marquinhos que foi vendido a preço de banana, com o Tite inventando mais de mil desculpas para não colocar ele ao invés do Paulo André, para supostamente não perder o grupo.
A escolha do elenco deve ser baseada em qualidade técnica se um jovem a base de 17,18 anos joga mais que os Camachos, Everaldos, Macedos da vida, coloca ele pra jogar, se não o jovem não der conta, chama outro da base até um se firmar. Simples assim.
em Bate-Papo da Torcida > O círculo vicioso do Corinthians
Em resposta ao tópico:
Se continuar nesse mesmo modus operante o Corinthians nunca vai sair do buraco.
Hoje vi a matéria sobre o Nikão, outro jogador no MÁXIMO mediano.
O Corinthians entrou num círculo vicioso: dívidas, sem dinheiro pra investir, contratações medianas (quando não horríveis), temporadas ruins (com elenco mediano), folha salarial inflação, fim de temporada sem nenhuma conquista e volta para o início da lista. E fica girando nesse mesmo processo a anos.
Todos sabemos que precisamos arrumar a casa e a nova gestão não prometeu grandes investimentos em contratações, então porque não faz o seguinte:
Não contrata ninguém, em absoluto, NINGUÉM, faz uma bela lista de dispensa, diminui a folha salarial, as posições carentes puxa da base e faz mais uma temporada de meio de tabela. (UMA TEMPORADA).
No ano seguinte com o dinheiro economizado e com as contas em dia, faça contratações de jogadores de nível bom e que cheguem para resolver os problemas e brigar por todas as competições.
Sabemos que os tempos estão difíceis financeiramente, mas se continuar com essa estratégia, não sairemos do buraco nunca.









