Fabiano Silva
Essa hipótese começa através da percepção da realocação do banco BMG na camisa do Atlético Mineiro, passando para as costas da camisa e dando lugar para outro patrocinador máster. Lugar que já foi da construtora MRV, que também já foi realocada e continua ainda dando dinheiro ao clube.
Quando se souber da possibilidade do banco iniciar uma parceria com o Timão, houve uma expectativa rara entre os torcedores, através das redes sociais, pois muito tempo se esperava um patrocinador máster para o Timão. Sendo assim mais dinheiro entraria para assim sanar a fase de pouca grana e muita divida do clube.
O fato é que o espaço estava vago no manto do Timão, e a BMG tinha interesse que iniciar a parceria com o clube, que convenhamos, no mínimo é o maior da América do Sul. O espaço então foi cedido para o banco por 12 mi anuais e mais outros entrariam através de aberturas de contas e rendimentos através delas, que pra ser sincero nunca entendi muito isso direito. Mas que gerou uma certa decepção generalizada quando esses valores foram divulgados. Já que o último patrocinador gerava 30 mi anuais ao clube. Tudo bem! Mas de alguma forma o presidente anterior junto com sua equipe conseguiu trazer mais um investidor ao clube cedendo um espaço 'temporário'.
O clube então honrou com uma grande exposição do banco em nosso manto, e outros canais de comunicação que teve sua marca divulgada com grande propriedade. Hoje ainda não sabemos se os valores cedidos ao clube pelo banco será o mesmo ou menor, após essa realocação da marca. Mas essa 'ciranda' das marcas expostas na camisa, talvez se espelha há algo que ocorre em outros clubes, como foi dado de exemplo no início citado sobre o Atlético de Minas. O patrocínio ganha uma forte exposição e depois de tal resultado permanece no clube, mesmo que com uma exposição menor. Talvez seja mais uma nova ideia de marketing ou quiçá o mais novo momento do banco BMG no futebol.
em Bate-Papo da Torcida > A nova era da BMG no futebol ou uma nova moldagem dos patrocinadores