Sergio Shinzato
O que não pode e utilizar o estádio para eventos nos gramado, como aconteceu com monster jam que estragou o gramado e também deixarmos de jogar no estádio e termos que jogar em outro lugar por causa deste parceiro. Eu também sou da opiniao de que tudo tem de ser muito bem planejado entre ambas as partes para um não prejudicar o outro. Espero wue tenha alguém com gabarito negociando isso pelo lado do clube, pois se depender do presidente estamos perdidos, vai falar um valor, depois vai ser outro e no final o estádio não vai mais ser do clube. Abracos e Vai Corinthians!
em Bate-Papo da Torcida > Entendam um pouco sobre Naming Rights: não é só dar nome ao estádio!
Em resposta ao tópico:
Resolvi fazer esse tópico para quem ainda não entende o conceito desse tipo de negócio e porque é complexo conseguir.
Como eu tenho dito aqui Naming Rights não é só colocar o nome da empresa no estádio, como se fosse um outdoor. E também não é ter seu nome falado pelas emissoras de TV isso pode ser negociado. Naming Rights também é exploração comercial de propriedade. Isso significa que a empresa também vai explorar o estádio, sua área física.
Ou seja, a empresa vai poder fazer eventos, projetos, lançamento de produtos, ações ou reuniões corporativas e infinitas coisas.
Navegando no YouTube encontrei um vídeo de alguém que explica um pouco de forma simples e bem curta sobre uso do negócio Naming Rights.
Assistam:
Então, durante décadas estará ligada ao cube e o clube ligado à empresa. Os dois usufruindo do mesmo espaço! Por isso tem que ser tudo bem feito para evitar desavenças futuras.Ou seja, não é algo simples!
Mas isso não diminui a incompetência dessa gestão, que desde o início fez tudo errado, em não contratar uma empresa do ramos pra negociar isso, e vários outros erros.
Mas isso é outra história.
Bem, espero ter ajudado de alguma forma.










