Baltazar Silva
Verdade. E se o jogador entrar na justiça, ele recebe grana para viver até o fim da vida e ainda consegue contrato em outros mercados.
Agora, se os demais trabalhadores se recusarem, o clube pode demitir e só pagar os 40% do FGTS, e aí eles correm o risco de ficarem um bom tempo desempregados (alguns talvez nunca mais arranjem empregos), fora que do jeito que está o trabalho que um faz hoje por R$ 5 mil, vai ter gente desempregada topando fazer por R$ 1 mil.
em Bate-Papo da Torcida > Absurdo diminuir salário de funcionários primeiro
Em citação ao post:
É um absurdo principalmente pela parte dos jogadores.
Na Europa, em alguns clubes os jogadores abriram mão de parte dos seu salários por um tempo, na Roma, por exemplo, que passa longe de ser dos clubes mais milionários da Europa, jogadores e comissão técnica abriram da totalidade do salário no clube ATÉ O FIM DA TEMPORADA (4 meses), para que os funcionários recebessem e o clube pudesse cumprir com seus compromissos sem quebrar lá na frente.
Ou seja, se preocuparam com os funcionários e com a camisa que vestem, aqui não vemos nada nem perto disso!
Aqui, se o Corinthians e os outros clubes deixarem de pagar os jogadores sem eles concordarem (e o problema é justamente que caras que poderiam fazer isso, nem digo os que ganham menos, mas os que estão em melhor situação, não concordam nem mesmo em tempos como esses), os jogadores esperam passar um tempo e entram na justiça com processos absurdos para se desligarem ou para serem indenizados lá na frente, como vimos hoje com o Paulo André, que quer indenização por jogar no domingo...
Concordo com tudo o que o texto disse, e acho que o clube deveria negociar ou até mesmo ''enfrentar'' os jogadores, mas a realidade é que pela legislação, os clubes, não apenas o Corinthians mas todos, ficam na mão dos caras e dos seus empresários.