Wilson Antunes
Em maio de 2019 fiz o seguinte comentário, e agora faço o mesmo comentário com relação ao Tiago.
Carille …. Está na hora de rever os seus conceitos, o esquema que deu certo em 2017 não está dando certo agora ….
O time atual parece um pebolim … cada jogador em sua posição e só faz aquilo.
Em 2017 tinha um time estruturado com: Cássio, Fagner, Balbuena, Pablo e Guilherme Arana; Gabriel e Maycon; Jadson, Rodriguinho e Romero; Jô.
Ou seja cada jogador certo na posição certa, defesa sólida, meio campo estruturado e ataque eficiente, só não sendo melhor que as peppas, chorão do sul e patético, mas pouca diferença no compto final... Sem contar que não guardávam posições.
Não era essa correria e lançamentos como hoje, eram tabelas, deslocamento e infiltrações bem sucedidas …
com relação a saída de bola da defesa, era raro a bola sendo devolvida ao Cássio, isso porque a zaga e o meio campo sabiam jogar e não precisavam despachar a bola, como estivesse se livrando dela.
Quando atacava, eram cinco ou seis dentro da área, enquanto agora, no máximo dois ou três, sendo que raramente Pedrinho e Vital, pisam dentro dela.
Hoje temos um elenco maior, mas de qualidade bem inferior... Tem um ditado antigo … 'Cavalo velho só sabe aquele caminho' ….. Por isso, ao invés de começar pelo titular, que está viciado, deve começar pelos reservas.
Venho insistindo que SEMANALMENTE, enquanto que o principal estiver fazendo recuperação, os reservas façam, jogos-treino contra equipes da região, como tem sido feito algumas vezes, com um detalhe: que seja exigido o toque de bola, com saída da defesa, sem chutão, triangulações e maior intensidade dentro da área adversária.
Está certo que o Andrés vai querer meter o dedo no sub-23, favorecendo seus amiguinho empresário, mas se houver reformulação com a escalação de jogadores que estarão voltando de empréstimo, acrescido dos vindo do sub-20, e um técnico preparado (Loss) poderá ser um complemento do time principal, ou seja, ser aproveitados em cado de necessidade.
Fundamental: é importante que o PRINCIPAL trabalhe com um grupo limitado em 25 jogadores, mas de qualidade e o SUB-23, com no máximo 35 jogadores, pelo fato de ser um grupo de experiência.