Mauricio Mooloco
O Corinthians da democracia, o Corinthians de 1998/1999/2000 era um time muito forte, não tinha essa de retranca não.
Jogava muito.
Veja o Flamengo de hoje intensidade e força (além de bons jogadores e vontade)
Agora quem você vê jogando com vontade aqui? Lutando pelo resultado, se diferenciando dos demais?
Ninguém!
em Análise dos jogos > Padrão de jogo "CORINTHIANS", vencedor, de muita...
Em resposta ao tópico:
O Corinthians de Mano, Tite e Carille não jogavam na retranca, eram times equilibrados, tinham intensidade e organização tática. O Corinthians do Mano de 2008/2009 e meados de 2010 jogava o fino da bola, futebol de troca de passes e envolvente. O Corinthians do Tite em 2011/2012 e 2015 não precisa nem comentar né. O de Carille em 2017 e 2018 (antes de sair) também teve grandes momentos.
O Corinthians construiu uma identidade ao longo da última década e essa identidade era de uma equipe com muita intensidade, organização tática e equilíbrio.
Quando tentamos mudar essa filosofia de jogo não deu certo, cito aqui 2010 (após a saída do Mano para a seleção), quem assumiu foi o Adilson Batista e perdemos o Brasileiro de 2010 naquela sequência de trabalho (que foi completamente contrário a filosofia que tinha sido implementada pelo Mano á no começo de 2008.
Após a saída do Tite em 2016 inventaram o Cristóvão Borges (mesmo problema do Adilson, outra filosofia de jogo), não durou muito tempo, depois foi a vez do Osvaldo de Oliveira (outra filosofia), aí finalmente veio o Carille (que trabalhou com o Mano e o Tite), conhecedor do padrão de jogo vitorioso, conseguiu implementar na primeira passagem um estilo de jogo vitorioso. Saiu o Carille veio o Osmar Loss (outra filosofia).
Vejam que a mudança de nosso estilo de jogo, da filosofia de trabalho (que não é o de jogar por uma bola, como muitos da imprensa anti fala) não nos trouxe nada proveitoso nesses últimos doze anos, de 2008 até 2020 foram onze títulos conquistados.
Vamos pensar sobre isso!