Thiago Henrique
A Globo tem influência nisso, os jogos as 21:30, na maioria dos jogos a transmissão começa 20 segundos antes do apito inicial!
Muitas vezes as escalações são dadas durante o início do jogo!
A própria Globo fala de educação mas ela mesmo mata o hino nacional!
Uma Libertadores só quem vê o espetáculo quem tem cabal fechado ou está no estádio!
Muito da hora você vê tudo que acontece antes da partida!
Mas a Globo prefere passar a novela!
Enfim é Brasil
em Bate-Papo da Torcida > Conversando com um economista cruzeirense
Em citação ao post:
Eu concordo com o seu amigo.
O Corinthians tem muito potencial para fazer receitas, o que precisamos entender é o seguinte: O que o Clube vende?
O Corinthians vende sua marca, para que uma empresa a utilize para vender mais. Digamos que a Coca cola queira aumentar suas vendas através de uma campanha de marketing, se ela acredita que associar a sua marca a do Corinthians, renderá menos que o Corinthians pede para estampar a logo dela na camisa, então não será viável a empresa investir nisso, não faz sentido.
O Produto do Corinthians é sua marca, o serviço dela é ajudar as empresas a vender mais. Hoje a marca dos clubes brasileiros em geral está muito aquém do que poderiam, a causa disso é a má visão que o mercado e o consumidor tem do futebol brasileiro.
Toda a vez que um time atrasa pra voltar no segundo tempo, ou as vezes em que um jogo de 90 minutos tem só 30 de bola rolando, fazem com que menos pessoas se interessem pelo espetáculo e consequentemente consumam menos.
O problema do Corinthians não é só dele, é do mercado de futebol brasileiro. Não quero passar pano pra atual diretoria que é um suicídio administrativo, você tem simplesmente gente de partidos políticos acusados de roubar durante anos o país, além disso, temos uma casta de conselheiros que são muito mal vistos pelo mercado. Mas mesmo eles sozinhos não o problema, existem problemas estruturais que vem junto com a nossa mentalidade como povo que faz com que essas coisas aconteçam.
É preciso mudar a mentalidade da sociedade brasileira (não através de coação, ou estado), para que o cenário mercadológico mude, incluindo o de esportes.




