Edilson Coringão
O que explica é a roubalheira explícita da diretoria e seus amigos empresários.
em Bate-Papo da Torcida > O que se passa com a categoria Sub-23 do Corinthians?
Em resposta ao tópico:
Encerra-se a Copa Sp de Futebol Júnior de 2019. Corinthians não é campeão, mas faz campanha sólida e chega nas quartas de final. Um time talentoso, com grande parte nascida em 1999 e que se despediam da categoria sub-20 nesse mesmo ano. O que fazer então, com promessas como Janderson, Piton, Oya, Caetano e Roni?
Eis então, a seguinte ideia: criar uma categoria sub-23, em que seria possível mesclar jovens promissores da base e do profissional e mantê-los com ritmo de jogo. Ainda seria possível montar um time competitivo para a Copa Paulista e o Brasileirão de Aspirantes. Parece genial, certo? E é! Com certeza é! Quem dera a diretoria do Corinthians também pensasse assim.
Criou-se a categoria. Em meio à empolgação de parte da torcida em ver algumas promessas antigas adquirindo ritmo (tais como Carlinhos, Areias, Figueiredo, etc...) a diretoria anunciou a contratação do desconhecido técnico Edson Leivinha, que ao se deparar com um elenco de 14 jogadores, exigiu a contratação de alguns atletas. Sem se incomodar com o pedido, a diretoria foi contratando e contratando de tempos em tempos até chegar na expressiva marca de 23 'reforços'. As aspas são extremamente precisas. Não são reforços de verdade. São jogadores que, além de não serem conhecidos pela torcida, mostraram-se extremamente carentes técnicamente e despistaram quaisquer chances de pintar no time principal. Dentre os 23 supracitados, inclui-se um jogador de 27 anos, familiar de um conselheiro do clube.
Como previsto, o clube foi eliminado precocemente no Campeonato Brasileiro da categoria, e não vem criando expectativa alguma de classificação na Copa Paulista.
O que justifica a criação da categoria, portanto? Eu, sinceramente não sei.
Luis Speyer Fabiani
18 anos
Estudante de Jornalismo pelo Mackenzie.

