Carlos Almeida
O problema não é a formação tática em si.
O problema é que a marcação é feita com duas linhas extremamente recuadas, o que deixa o time longe do campo adversário, dando tempo pra defesa adversária se montar e dificultando o ataque.
E também tem o medo de tomar contraataque que faz o time sempre atacar com poucos jogadores.
Não há a ideia de contratacar o contraataque, como num time do Guardiola por exemplo. Eles não tentam recuperar a bola rapidamente no ataque gerando um ataque para o Corinthians. Eles recuam com medo de bola nas costas.
em Análise dos jogos > Formação tática
Em resposta ao tópico:
Bom dia a todos. Já faz um bom tempo que o Corinthians vem jogando na formação 4-2-3-1, sendo que no início do trabalho do Carille funcionou e nos dias de hoje já ficou mais que manjado, deixando o time previsível. Pergunto a vocês, com as opções de jogadores que nós temos, não seria a hora de mudar essa formação e treinar o time com dois meias de criação? Pedrinho e Sornoza, Pedrinho e Vital, Vital e Sornoza, Pedrinho e Jadson... Formar um 4-4-2 podendo assim escalar Vagner Love um pouco mais fora da área e Gustagol ou Boselli mais centralizado? Acredito que pelas opções de jogo que temos seria a hora de mudar e voltar a pegar os adversários de surpresa, pois todo mundo está de acordo que o time não cria absolutamente nada e passa o maior tempo do jogo tocando a bola do meio pra trás.
