Vitor Gomes
Nem tanto ao mar, nem tanto a terra. Você parece mais afim de brigar do que dialogar. Eu contei uma história de décadas que acompanho o time, e não defendi 'atacar que nem índios'. Contratar jogadores a nível da grandeza do clube é uma coisa, contratar o Pato e outra... Esse até os gatos aqui de casa sabiam que não ia dar certo. Também não sou contra contratar promessas. Sou contra 'só contratar promessas'. O objetivo de um time - também até os gatos daqui sabem -, é o equilíbrio entre a defesa e o ataque... O que eu estou cansado é da situação que estamos já há alguns anos: ganhando muito mas sem o respeito da comunidade futebolística. Quero ter o prazer e orgulho de ver meu time jogar, e não ficar acuado na defesa o tempo todo só apanhando, na expectativa 'achar' um contra-ataque e fazer um golzinho, e depois ficar na penúria torcendo para o jogo acabar. Vá tomar um calmante.
em Bate-Papo da Torcida > Não seria o momento do Corinthians mudar sua política de trabalho?
Em citação ao post:
Primeiro que quebrar o teto salarial pra trazer um 'craque' já deu ruim, ou você esqueceu do Pato? Racha o elenco, não se tem o retorno desejado, afunda o time.
Segundo que já não dá mais pra atacar como um bando de índios, o futebol mudou, o time tem que saber se defender e atacar, tem que ser organizado. Um time que avança inteiro pra atacar no desespero geralmente toma bola nas costas. Mas também não dá pra ficar nessa covardia de hoje.
Esse política de contratar promessas é inteligente, Porto, Ajax, Benfica, Shakhtar, Dortmund e muitos outros usam desse tipo de negociação, contratam jovem promissores vendem estrelas caríssimas. É burrice fechar os olhos pra isso.
