Vinicius Rebouças
Não chega a ser rancor, Michel, mas em análise fria o que sempre se questionou foi o mérito de Carille na campanha vencedora de 2017. O lance de 'quarta força' foi um motivador e tanto, principalmente no Paulista. Só que Brasileirão é bem diferente.
Copa do Brasil já é. Tanto que tomamos ferro do Internacional, que ainda estava batendo biela na Série B.
Sabemos que o Corinthians voou no primeiro turno do Brasileirão, mas existe o fato de Palmeiras, Grêmio e Cruzeiro não estarem voltados 100% para a competição. E não 'papo de anti'. É um fato.
Isso mudou consideravelmente no segundo semestre. Queimamos a gordura, perdemos pontos para equipes como Vitória, porteira do Z-4, e vimos, por binóculos, a Chape ser campeã do returno.
Tivemos míseros 43,9% de aproveitamento. 25 pontos somados em 7 triunfos e 4 empates. Pois é, 12º lugar, com 7 pontos abaixo da Chapecoense.
Não vamos esquecer a eliminação para o Racing na Sul-Americana.
Enfim, amigão, é por causa desses quesitos que se questiona a validade do trabalho de Carille. Não é ressentimento, nem desmerecimento, nem questão pessoal. É análise, fria e objetiva de um trabalho que se mostrou obsoleto pouquíssimo tempo depois do início. Um período fantástico, não há como negar, no entanto, efêmero.
Um abraço para você também e saudações corintianas.
em Bate-Papo da Torcida > Provável fim de carreira do Carille
Em citação ao post:
Sei lá se corroeu. O Ronaldinho gaúcho foi um gênio de 2002 a 2006. Depois acabou. Isso impede as pessoas de acharem ele um gênio, um dos melhores jogadores de todos os tempos? Não estou afirmando nada, fica a pergunta.
Estranho as pessoas terem tanta raiva, ressentimento e frustração dessa maneira, chegando a reinterpretar o passado afirmando que as conquistas dos outros são corroídas por um suposto mal desempenho.
Mais uma vez, não estou afirmando nada, fica só a ponderação, abraço!