Vitor Gomes
Entendo que o Corinthians, com a atual política de contratações e maneira de jogar, ficará abaixo da sexta colocação no Campeonato Brasileiro. O que indica que somos inferiores a, pelo menos, seis adversários. Não é o que eu quero: é o que me parece; salvo uma grande virada que não acredito. Já se fala novamente em saída do Fábio Carille. Para manter a atual política, a saída seria trazer de volta o Mano Menezes, que no momento parece ter terminado o atual ciclo no Cruzeiro. Caso aceita minha proposta de mudar TUDO, eu investiria na contração do Renato gaúcho. Qualquer solução fora das que apresentei, acho que seria uma 'aposta' arriscada.
em Bate-Papo da Torcida > Não seria o momento do Corinthians mudar sua política de trabalho?
Em resposta ao tópico:
Usando a tática de jogar no 'contra-ataque', o Corinthians tem contratado jogadores que melhor se adaptam a esse estilo de jogo. A lógica implantada - ao contrário do que se pensa -, foi trazida pela primeira vez pelo técnico Carlos Alberto Parreira, em sua passagem pelo Timão. Até então, a tática era 'indígena': ataque o tempo todo! Ganhávamos e perdíamos(mais), de goleada. Os maus resultados provocavam o caos, com invasões rotineiras por parte das torcidas organizadas às dependências do Clube, e cobranças até com agressões aos jogadores. Existem histórias hilárias daqueles tempos. Dramas é o que não faltavam. Parreira chegou e trouxe 'civilidade' ao time. Mostrou que as coisas não eram assim. Que era melhor que a torcida fosse mais paciente, e não obrigasse o time ir a todo custo pra cima dos adversários, abrindo muitos espaços na defesa. Deu certo. O time aprendeu (e principalmente a torcida!), que era melhor tocar a bola 'de lado', com calma, até aparecer o momento mais propício para atacar. Tite, e depois Mano Meneses, solidificaram essa prática. Tem dado certo, mas acho que agora já 'dobramos o fio'. Embora tenha ganhado 'tudo' nos últimos tempos, a grandeza das conquistas não são reverenciadas como se espera, pela mídia e mesmo por parte significativa da torcida. É um futebol especulativo, covarde, cansativo, chato, modorrento... Isso se deve a política de contratar jogadores que 'não ultrapassem o teto salarial estipulado pela diretoria', que só consegue trazer atletas medianos, partindo-se do princípio de que 'é mais fácil destruir do que construir jogadas'. Não seria hora de mudar isso? Trazer gente qualificada e pagar mais? Conscientizar o elenco que 'quem joga mais, merece ganhar mais'? Abandonar essa política de contratar 'promessas' para lucrar com a venda para o exterior, fazendo a alegria de empresários e sabe-se lá de quem mais? é o tema que proponho para a apreciação de vocês. Obrigado a quem leu até aqui. (Vitor)