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Corinthians joga mal e perde do Red Bull em plena Arena

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Zagueiro Henrique vestiu a braçadeira de capitão do Timão nesta quarta

Zagueiro Henrique vestiu a braçadeira de capitão do Timão nesta quarta

Reprodução/Premiere

Os mais de 23 mil torcedores que compareceram à Arena Corinthians na noite desta quarta-feira assistiram a uma partida de futebol de baixo nível técnico. Melhor para o Red Bull Brasil, que soube ser superior dentro desse contexto e derrotou o Corinthians, dono da casa, pelo placar de 2 a 0. Os gols foram marcados por Ytalo e Bruno Tubarão, ambos de cabeça.

Nem mesmo as mudanças promovidas pelo técnico Fábio Carille já no intervalo mudaram o panorama do confronto. Danilo Avelar, Pedrinho e Gustagol entraram ao longo dos 90 minutos, mas não puderam evitar o revés alvinegro em plena Arena.

Agora é Dérbi! – O Timão volta a campo já no sábado, diante do arquirrival Palmeiras, no Allianz Parque. O clássico paulista, válido pela quinta rodada, tem início marcado para as 17h.

Leia também: Corinthians apresenta Vagner Love à Fiel durante intervalo do jogo contra o Red Bull Brasil

Como jogamos

Carille mandou a campo um time bastante modificado, com sete alterações em comparação ao que havia vencido a Ponte Preta no último fim de semana. Destaque para a estreia do zagueiro Manoel, reforço vindo do Cruzeiro, e o primeiro jogo como titular do centroavante argentino Mauro Boselli.

Distribuído no sistema 4-2-3-1, o Timão tinha Cássio, Fagner, Manoel, Henrique (capitão) e Léo Santos; Ralf e Thiaguinho; Ramiro, Jadson e Mateus Vital; Boselli.

Escalação do Corinthians contra o Red Bull Brasil

Meu Timão

Já o Red Bull, comandado por Antônio Carlos Zago, era formado por Julio Cesar, Aderlan, Léo Ortiz, Ligger e Rafael Carioca; Jobson, Pio e Uillian Correia; Roberson, Ytalo e Osman.

Fraco, fraco...

Surpreendentemente, o Red Bull começou o jogo exercendo forte pressão na saída de bola corinthiana. O Timão de Carille teve bastante dificuldade para criar nos primeiros 15 minutos. Quando o jogo caía pelo lado esquerdo, Léo Santos, zagueiro improvisado na lateral, fazia o arroz com feijão. Caberia a Mateus Vital atacar pelo setor.

A força do Corinthians concentrava-se na direita. Com Ramiro deslocado à ponta direita, Fagner tinha liberdade para descer ao ataque e ser a válvula de escape alvinegra, buscando frequentemente o cruzamento para Boselli, o camisa 9 (17) da equipe.

A melhor oportunidade alvinegra surgiu aos 33 minutos. Jadson lançou Boselli na área, o atacante deu belo corte no defensor e finalizou de canhota, rasteiro, obrigando boa defesa do goleiro Julio Cesar.

Ademais, Corinthians e Red Bull pouco produziram ao longo da primeira etapa e desceram para os vestiários com o placar zerado. “Temos que continuar com a posse de bola. O Red Bull está bem fechado, mas conseguimos uma chance com o Boselli. É tocar mais a bola, acertar o último passe na beirada e tentar entrar ali pelo meio”, analisou rapidamente Thiaguinho, dono de atuação discreta até ali.

Boselli chegou a testar Julio Cesar na primeira etapa; centroavante fazia estreia como titular

Boselli chegou a testar Julio Cesar na primeira etapa; centroavante fazia estreia como titular

Reprodução/Premiere

Nem Gustagol salva

Carille mexeu duplamente no intervalo. Sacou Léo Santos e Thiaguinho para as respectivas entradas de Danilo Avelar e Pedrinho. A ideia do treinador era ter saída de bola pela esquerda, desafogando o lado de Fagner. Ao mesmo tempo, dar mais criação ao time, com Pedrinho, Jadson e Mateus Vital encarregados de distribuir o jogo.

O Corinthians, assim como no primeiro tempo, apresentava futebol burocrático, aquém do esperado diante dos campineiros, cuja postura era defensiva. Não havia motivos para o oponente correr riscos desnecessários em Itaquera...

Quando há criatividade, o jeito é ir para o abafa. Foi essa a estratégia armada por Carille para os 20 minutos finais. O comandante alvinegro tirou Jadson, botou Gustagol e deslocou Boselli um pouco para trás, como um segundo homem da trinca de meia-atacantes.

Mas era o Red Bull quem parecia mais disposto a sair de campo com os três pontos. Aos 29 minutos, Osman cruzou da direita, Bruno Tubarão cabeceou para o meio da área e Ytalo, no meio de Cássio e Henrique, subiu no terceiro andar e só testou para o fundo das redes.

Na imagem, Ytalo sobe mais e abre o placar para o Red Bull na Arena Corinthians

Na imagem, Ytalo sobe mais e abre o placar para o Red Bull na Arena Corinthians

Reprodução/Premiere

É bem verdade que o Corinthians melhorou nos minutos finais. Gustagol e Boselli pareciam se entender e davam à equipe forte presença de área. Já nos acréscimos, por exemplo, Pedrinho foi à linha de fundo, cruzou de direita, Boselli puxou a marcação e o camisa 19, parcialmente marcado, bateu mascado, desperdiçando grande oportunidade.

No mais, méritos ao time armado por Antônio Carlos Zago, que “fechou o caixão” em contra-ataque no último lance da partida. Tubarão, sozinho, subiu de cabeça dentro da área e ampliou para os campineiros. Fim de um jogo terrível para os corinthianos em Itaquera...

Confira os próximos jogos do Corinthians

Veja mais em: Crônica, Campeonato Paulista, Arena Corinthians e Mauro Boselli.

Resultado parcial das notas computadas

Notas da torcida do Corinthians
Total de notas computadas 19.192 avaliações
Nota média ao elenco corinthiano 2.48
Melhor em campo Gustavo (nota 5.5)
Pior em campo Henrique (nota 1.0)

Notas dadas aos personagens da partida

Titulares

Reservas

Treinador

Árbitro

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