É isso ai... O Agro é POP, se fala isso a um bom tempo... Info referente a isso, mostrando o impacto do mesmo no PIB BRASILEIRO...
Cepea, 16/03/2022 – O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro, calculado pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), cresceu 8,36% em 2021. Ressalta-se que, no último trimestre de 2021, especificamente, o PIB do agronegócio brasileiro chegou a cair, 2,03%, influenciado sobretudo por uma piora nos preços reais do setor. Diante do bom desempenho do PIB agregado do agronegócio em 2021, o setor alcançou participação de 27,4% no PIB brasileiro, a maior desde 2004 (quando foi de 27,53%).
Segundo pesquisadores do Cepea, os segmentos primário e de insumos se destacaram em 2021, com aumentos de 17,52% e 52,63%, respectivamente. O PIB também cresceu para os outros dois segmentos, 1,63% para a agroindústria e 2,56% para os agrosserviços. Dentre os ramos, enquanto o PIB do agrícola avançou 15,88% de 2020 para 2021, o PIB do pecuário recuou 8,95%.
Pois bem, dito isso ai devemos olhar com mais atenção ao setor das commodities (SOJA E MILHO) e ver de fato quem são os maiores do ramo agro...
No dia 17 de janeiro deste ano, 2022, a FORBES divulgou uma lista das 100 maiores empresas do AGRONEGOCIO Brasileiro.
A Lista Forbes Agro 100 traz as maiores empresas de capital aberto no país e quem está por trás de algumas delas. Sua elaboração teve como base informações de demonstrativos financeiros das empresas, além de dados compilados pela agência Standard & Poor’s.
Foram consideradas empresas (incluindo holdings e cooperativas) com faturamento no Brasil de pelo menos R$ 1 bilhão em 2020. Quando indicado, o levantamento considerou o faturamento consolidado das holdings. Foram considerados também o tipo e o grau de atuação de cada companhia ou grupo no agronegócio brasileiro, mesmo nos casos em que a relação da atividade principal com o agronegócio seja indireta. Houve algumas mudanças na metodologia em relação à edição do ano passado. Empresas de etanol e demais biocombustíveis, por exemplo, formam o segmento Agroenergia. Fertilizantes e defensivos compõem o grupo Agroquímica. Apesar de 2020 ter sido um ano que desgastou a palavra “desafiador”, o agronegócio brasileiro saiu-se muito bem.
No dia 28 de janeiro deste ano, a ISTOÉ Dinheiro divulgou uma matéria falando sobre nossa 'Parceira' trazendo o gráfico acima, gráfico este que nos mostra que tal parceira supostamente ocuparia a 15ª colocação no ranking dos exportadores de soja brasileira e que a mesma teria um faturamento de R$31,5 bilhões de Reais.
Vamos cruzar essas acima com a lista da FORBES, e temos em 15º lugar a COAMO, Cooperativa da Cidade de Campo Mourão na posição.
5) COAMO Setor: Cooperativas Fundação: 1970, em Campo Mourão (PR) Receita: R$ 18,86 bilhões Principal executivo: José Aroldo Gallassini
Fundada em 28 de novembro de 1970, por um grupo de 79 agricultores em Campo Mourão, na região centro-oeste do estado do Paraná, a Coamo conta com 110 unidades localizadas em 71 municípios nos estados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, para recebimento da produção agrícola dos mais de 29 mil associados. A Coamo emprega cerca de 8 mil funcionários efetivos. O principal produto é a soja, seguida pelo milho, trigo e café. A Coamo tem um terminal marítimo em Paranaguá e dois parques industriais, no Paraná e no Mato Grosso do Sul, onde esmaga soja e produz gorduras vegetais, além de torrar e moer café, moer trigo e fiar algodão.
Tá mas espera ai... Se ela diz ser a 15º em exportação de Soja e faturar R$31,5bi então pelo faturamento ela deveria ocupar a 11ª posição, no lugar da SUZANO:
11) SUZANO Setor: Madeira, Celulose e Papel Fundação: 1924, em São Paulo (SP) Receita: R$ 30,46 bilhões Principal executivo: Walter Schalka
A alta das commodities no mercado internacional e a apreciação do dólar frente ao real vêm fazendo a Suzano, maior empresa de celulose do Brasil, divulgar sucessivos recordes em seus resultados. Seus custos de produção estão entre os menores do mundo e a companhia vem mantendo uma forte geração de caixa mesmo em períodos de baixa das cotações internacionais. Ela está avançando com o investimento na planta em Ribas do Rio Pardo (MS). Com uma distância de apenas 60 quilômetros entre a fábrica e a floresta, o projeto pode ser um dos mais competitivos do mercado. Ela elevou os investimentos previstos para R$ 19,7 bilhões na unidade. Neste ano, adquiriu três plataformas digitais de mídia. Sucesso na bolsa, as ações da empresa cresceram 111,91% no ano passado.
Para quem quiser conferir a lista oficial da FORBES, no site deles segue link abaixo:
Esta lista que está no link abaixo divulgado pelo Noticias Agrícolas em 2020 traz o ranking dos principais exportadores de soja no Brasil. Fonte de informação da notícia a época foi a REUTERS.
Continuamos na mesma desde a descoberta do país, uma quase monocultura (soja e milho), onde a maioria são agroindústrias estrangeiras (mesmo as brasileiras, possuem sócios gringos) que plantam aqui pra vender pra fora, ou seja somos as fazendas de aluguel internacional, enquanto isso o brasileiro paga mais caro que o gringo.
O que eu acho bem possível é que esse 'CEO da taunsa' tenta buscar parceiros pra investir. Eles não investem bulhufas nenhuma. Pode ver que em uma das entrevistas dele ele fala que se não for possível a taunsa bancar um projeto ele buscará alguém pra ajudar.
Esses dias até postaram uma foto dele com um Sheik onde ele falo que poderia ser um futuro investidor.