Mano Jr
Bacana essa autocrítica do Carille. Infelizmente o erro dele, ao meu ver, é o que se verifica em muitos técnicos promissores, que se caracterizam por serem estudiosos, mas acabam por reproduzir certos vícios como por exemplo: morrer abraçado com um esquema tático. Ele voltou ao Timão querendo jogar do mesmo jeito de 2017, mas em 2019, apenas dois anos depois, o futebol já havia mudado demais. E do outro lado, sempre terão profissionais que "aprenderam" a anular o esquema adversário, então é preciso se reinventar. Há muita esperança em técnicos da geração de Carille, justamente, por entendermos que eles possam oferecer uma variação tática, treinar diversas formas de jogar. Não vimos isso em Carille, ele mudava nomes, mas o jeito de.jogar era o mesmo, já manjado e previsível.
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