Fábio Carvalho
Às vezes o pragmatismo de minha sinceridade soa ofensivo. O que disse é simples: nem eu e nem você temos condição alguma de chamar um treinador de antiquado. Não somos treinadores. Não sabemos fazer o trabalho dos caras. E tampouco estamos próximos o suficiente para avaliar adequadamente. E quando disse que você colaria uma explicação é porque se você tentar me explicar porque acha ele antiquado, é isso que fará. Você não estava presente nos treinos do cara, você não vivenciou o vestiário do Cruzeiro, e se posto no lugar dele, você não saberia dizer quais aspectos deveriam mudar. Portanto, se valer de algum texto de algum suposto "especialista" entre os "jornalistas esportivos" (aspas porque eles entendem disso tanto quanto a gente) não é demérito. Todo mundo faz isso quando não domina o assunto.
em Post > Comentário de Wagner no Meu Timão
Em resposta ao comentário:
Primeiro, se quer dialogar, vamos tentar fazer isso de forma educada e respeitosa.
Você pode escolher entre dialogar ou discutir... Você também pode escolher entre expor a sua opinião como eu fiz ou querer impor a sua "RAZÃO" - se já estão com a razão, não precisa de resposta ou nenhuma outra opinião. Mas, vamos lá:
Acho que o seu primeiro parágrafo já responde o seu ponto de vista... Reescrevendo:... "O Mano caiu porque o elenco estava cheio de (prefiro não reescrever essa palavra) e a Diretoria..." caso você releia o que escrevi na primeira opinião, disse a mesma coisa, mas com outras palavras (interpretacao).
Quanto à lista do TN - Camacho, PH e Richard, são retorno de empréstimo. Tudo bem que a permanência foi com autorização dele, mas chegadas, foram apenas: Luan, Cantillo e Yony.
Pelo o que entendi na leitura do sei texto, principalmente, no trecho: "ganhamos do Nunes, ano passado..." você fala, pensa e vibra com 1 time que ganha 1 jogo. Eu já penso diferente, meu amigo, vibro com projeto, time que entra em todas as competições com condicoes de ganhar, ser temido e respeitado pelos adversários e jogar a ponto de me encantar (seja ganhando ou perdendo). Esse é o Corinthians que eu aprendi a amar. O Corinthians do Neto, do Tupanzinho, do Marcelinjo, Luizão, Edílson, Ricardinho, Vampeta... O Corinthians do Tite, do primeiro ano do Carille... O Corinthians do próprio Mano, sim... Aquele Corinthians que o Mano resgatou. Mas, que hoje, não vejo ser o mesmo Corinthians e nem o mesmo Mano. Foi isso que eu quis dizer, também, mas usei outras palavras para ser mais lacônico.
Obrigado por me permitir expressar novamente.