Luane Azambuja
Mas a questão proposta a ser discutida vai além da liberalidade e da liberdade individual da pessoa que aparece. Tenho certeza que ela não se incomodou. Porém o que se discute está enraizado nos esterótipos que a capa da revista reforça é um convite a reflexão. Ao tratamento dado as mulheres, compara-se com o Futebol feminino que teve um grande público na AM para torcer para o Corinthians e não ganhou um quadrante seque na capa. E tratando-se de um revista de esporte, corcordamos que no mínimo é contraditório. Ademais, reforça o esteriótipo de que quem gosta de futebol e que realmente irá ler a revista serão homens (ou em sua maioria homens), e este o público alvo. Espero que entenda que a crítica não é contra a moça e sim ao enfoque dado ao corpo em detrimento do esporte.
em Notícia > Comentário de Carlos no Meu Timão
Em resposta ao comentário:
Sim o reconhecimento de Profissional do Sexo, você está correta. Já sobre o Rufianismo isso será uma batalha longa. Porém faço uma pergunta. Em ambos os casos (na capa da revista e na prostituição) o corpo está sendo tratado como objeto? Isso denigre de alguma forma a imagem da pessoa que se expõe?