Rodrigo Ramires
Baralho! QUE TEXTO! Comecei lendo despretensiosamente e terminei quase não conseguindo para o conta da vista embaçada devido as lágrimas! Surreal esse relato e essa experiência. E veja só, o passe para o Sheik foi de calcanhar, como Sócrates, aquele mesmo que fez sua mãe extravasar e se apaixonar pelo Corinthians! Curando as feridas da maldita da ditadura, libertando-se, assim como nós nos libertamos naquele 4 de julho!





