Encerrar ciclos não significa apagar o passado, mas sim abrir espaço para o futuro. No Corinthians, o desafio está em equilibrar respeito à história com a necessidade de construir novas narrativas.
Quando Fabinho Soldado chegou ao Corinthians vindo do Flamengo, a desconfiança da Fiel era quase unânime. Não faltavam questionamentos: seria ele o nome certo para reestruturar o futebol alvinegro?
Não se trata de pedir tratamento especial para o Corinthians — até porque a gente já sabe que isso nunca vai acontecer —, mas de exigir o básico: respeito e responsabilidade.
Moralmente, é do corinthiano. No entanto, as palavras do presidente do clube, Miguel Marques, escancaram ainda mais as divisões políticas do Parque São Jorge.