As mais excêntricas camisas do Corinthians trajadas por Ronaldo Giovanelli
Opinião de Ana Paula Araújo
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É justa a homenagem da Nike ao título do Brasileirão de 1990 e ao craque Neto. O uniforme principal, incluindo do goleiro, é lindo!
Mas se eu te falar em camisas marcantes e um jogador que é ídolo, qual nome vem à sua mente? Claro, Ronaldo Giovanelli. Ninguém menos que o arqueiro daquela histórica conquista. Ele fez dos gramados palco não só de suas monumentais defesas, como também de exibição das suas mais exóticas camisas.
Por isso, deixo aqui minha homenagem ao atleta e ídolo incontestável do Corinthians exibindo toda a peculiaridade de seus uniformes ao longo dos anos que defendeu a meta alvinegra. Veja abaixo!
Tem essa com ele fazendo uma defesa contra o Guarani
Jorge Araújo/Folhapress
E essa? Não é o Ronaldo jogando no Grêmio, não, é a camisa do Corinthians mesmo.
Reprodução Internet
Tem outra aqui também, abusando de cores e formas geométricas. A imagem em si expressa bem o espírito do goleiro que ele era.
Reprodução Internet
E essa camisa que o Ronaldão usou para vibrar ao lado do Neto? Fala sério, impõe respeito não só pelo escudo do Corinthians e por ser o Ronaldo, é claro, mas também por ser única.
Ricardo Correa
Ricardo Correa
E ele beijando o escudo do Timão trajado nesse manto todo cheio de estilo?
Reprodução Internet
Mais duas bem diferentes
Blog Uniformes do Timão
Reprodução Internet
Por último essa aqui, a lendária camisa do título brasileiro de 1990. Entrou para história não só por seu modelo geométrico, como por sua importância devido ao título inédito.
Jorge Araújo/Folhapress
Blog Uniformes do Timão
Seja por seus modelos excêntricos ou por sua história, as camisas do Ronaldo Giovanelli marcaram época. Um tempo que não volta e por mais que nós, corinthianos nostálgicos, queiramos ver de novo, não será possível. Época em que se jogava por amor, em que o coração estava na ponta da chuteira, nesse caso, da luva...era raça, respeito e muita técnica.
O novo manto do Timão me deixou emocionada e me fez lembrar de como era bom torcer por aquele Corinthians. Como era bom ter aqueles ídolos que, talvez naquele momento, nem sabiam que se tornariam tão ídolos assim.
Espero, daqui novos 30 anos, olhar pra trás e sentir saudades desse nosso agora.
Este texto é de responsabilidade do autor e não reflete, necessariamente, a opinião do Meu Timão.
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