Marcus Casagrande
Entrando diretamente no que diz sua publicação, não tem como dizer que a Fatal não é uma marca consolidada, inclusive é a maior do seu ramo de atuação.
A questão é mesmo ética, e os valores são absurdamente maiores do que o proposto por outras empresas pelo mesmo local do patrocínio.
Precisamos nos perguntar o limite da ética para os clubes brasileiros, a Fatal não é uma empresa criminosa, até porque age dentro da lei brasileira, até pouco tempo atrás casas de apostas patrocinavam clubes sem ainda estarem legalizadas no Brasil. O próprio Corinthians tem a Esportes da Sorte e a Vai de Bet como patrocinador antes mesmo delas ter sido regulamentadas.
em Bate-Papo da Torcida > O problema não é exatamente a Fatal Fans
Em resposta ao tópico:
O problema é o Palmeiras fechando com o Mercado Livre e vendendo o naming rights para o Nubank.
E nós, com a esmagadora maior torcida do estado, tendo como possível patrocinador a Fatal Fans, além das outras como: Bmg, Broto Legal, Poty que tivemos em uma época.
Somos ainda um clube dos anos 2000, esses incompetentes do Parque São Jorge não conseguem fazer com que o clube mais popular de São Paulo seja o mais atrativo para as marcas.
Ficar discutindo se é moral ou imoral receber dinheiro de prostituição ao meu ver não muda nada, o que deveria estar sendo discutido é porque o nosso maior rival consegue marcas consolidadas e nós não.
O modelo associativo acabou! Intervenção Já! Fora ratos!
