Vulgo_ Etvaldo
Polarizada...
em Bate-Papo da Torcida > (OFF) Seleção Polorizada
Em resposta ao tópico:
Seleção deveria priorizar quem se destaca no Brasileirão, quanto a adversários sul americanos. E priorizar quem joga no futebol Europeu, quanto a jogos mais difíceis e seleções mais tradicionais. Assim tornando a seleção mais forte em seus âmbitos e criando mais opções quando dependerem de caraterísticas diferentes. É quase o conceito de uma Libertadores vs uma Champions, cada um vai representar mais no contexto em que jogam.
São mais técnicos e jogam mais, porém é perceptível que os caras de lá dependem muito do estado de campo em que estão jogando pra performar melhor, não atoa que a Neo química tem 100% de aproveitamento em invencibilidade, com a seleção alcançando bons resultados jogando lá e que foram o Luiz Henrique e o Igor Jesus, os destaques das últimas convocações. Outro fator é a mentalidade fraca dos caras, não se vê tanta raça de quem joga na Europa quando esses são os adversários, costumam reagir e até perderem a linha quando são provocados más se a seleção tem jogadores apanhando, fica por isso mesmo, o que é muito diferente se pensar no futebol daqui. Normalmente nessas competições, existem muitos pênaltis, é bem mais fácil confiar tanto nos goleiros e atacantes daqui, do quê na galera que joga lá. Quanto a jogadores da Europa em jogos contra seleções europeias, já tá dito na própria frase. Os tempos são outros, se prendem ao passado, vêem que a safra não se compara a de antigamente e aínda assim estão nessa de exigir o quê a seleção não tem. Chile ganha a Copa América com o Vargas, sendo o artilheiro. Paolo Guerrero empata com o Messi em gols na competição. Meio campo de times europeus do Brasil, tomou um baile pra colombianos que jogavam em times brasileiros. Argentina ganhou aquela Copa justamente porquê aliou a raça e malandragem do futebol no país, a um jogador como Messi que é futebol puro, boa parte do elenco ou jogava no River ou no boca. Até mesmo no 4×1, onde Almada do Botafogo jogou muito. Só o Brasil tem essa frescura de exigir dependência no Neymar, em jogadores da Europa e não focar no coletivo ao todo pra ganhar, tanto que em detalhes cruciais seleção perde por faltar justamente a personalidade ou jogadores do futebol daqui.