Presidente do Corinthians explica defesa no STJD e comenta risco de punição no Majestoso
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Por Daniel Keppler e Rafael Jacobucci
Presidente do Corinthians explica defesa no STJD e comenta risco de punição no Majestoso
Rodrigo Coca / Agência Corinthians
O presidente Osmar Stabile compareceu à Neo Química Arena na noite desta quarta-feira, onde o Corinthians realizou a cerimônia de inauguração da estátua de São Jorge, em um evento que integrou as celebrações pelos 100 anos do Parque São Jorge. Após a solenidade, o mandatário alvinegro falou sobre a partida deste domingo, contra o Vasco, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro, reforçando que o duelo contará com a presença de público.
"Nós fizemos a nossa defesa lá (no Superior Tribunal de Justiça Desportiva), mas aqui, contra o Vasco, vai ser jogo normal, vai ter público normal. Vamos trabalhar para que a gente consiga também solucionar os problemas para a frente. A gente fez a nossa defesa, então estamos aguardando a decisão amanhã (sexta-feira). Às 10h ou 11h, nós teremos os resultados", afirmou Stabile.
O presidente fez referência ao julgamento que será promovido pelo STJD na manhã desta sexta-feira, em que serão analisados os recursos do Corinthians às punições impostas pela 3ª Comissão Disciplinar há uma semana. Na ocasião, o clube foi punido com a perda de um mando de campo devido aos episódios de injúria racial ocorridos após o Dérbi, pelo Brasileirão, e três atletas também sofreram sanções, como suspensões de jogos e multa: o goleiro Hugo Souza, o lateral-direito Matheuzinho e o volante André.
Em relação à perda de mando, o Corinthians adotou a estratégia de recorrer da decisão no Pleno do tribunal e, enquanto isso, decidiu abrir a Neo Química Arena à Fiel neste domingo para o jogo contra o Vasco, iniciando a venda de ingressos na manhã desta quinta-feira. Agora, o Timão depende de uma reversão da perda de mando para não ter que cumprir a punição no próximo dia 10 de maio, quando Itaquera recebe o Majestoso, também pelo Nacional.
"É o nosso sonho (reverter a punição). Estamos trabalhando para isso. Se Deus quiser, nós vamos conseguir realizar", disse o presidente.
