Fabinho Soldado rechaça sondagem de rival e reafirma vínculo com o Corinthians
19 mil visualizações 114 comentários Reportar erro
Por Matheus Fiuza, Lucas Faraldo e Rodrigo Vessoni
Fabinho Soldado continuará no Corinthians como executivo de futebol
Rodrigo Coca / Agência Corinthians
Fabinho Soldado, executivo de futebol do Corinthians, não deixará o clube apesar da sondagem do Santos para assumir o cargo de CEO. O profissional reafirmou o compromisso com o clube do Parque São Jorge e rechaçou a investida do rival.
A informação foi publicada pelo ge.globo e confirmada pelo Meu Timão. Em meio à instabilidade política com o impeachment do presidente Augusto Melo, a equipe da Baixada Santista avaliava para assumir a função de diretor-executivo. O cargo estava vago desde a última terça-feira, quando Pedro Martins pediu demissão.
A reportagem do Meu Timão também apurou que Fabinho Soldado, apesar da procura, não tinha desejo em interromper o planejamento definido para os próximos meses. O cronograma inclui sobretudo as próximas janelas de transferências, casos do curto período entre 1 e 10 de junho (devido à Copa do Mundo de Clubes) e da janela de inverno, de 10 julho a 2 de setembro.
Além disso, o executivo foi o responsável por liderar o processo para a busca da nova comissão técnica depois da demissão de Ramón Díaz, em abril. Ele viajou e fez diversas reuniões com o atual treinador corinthiano, Dorival Júnior, que deu voto de confiança ao diretor mesmo com, à época, as indefinições políticas.
Fabinho chegou ao Corinthians em janeiro de 2024 após passagem pelo Flamengo e, desde então, tem sido visto como um dos principais acertos da gestão de Augusto Melo. Ele comanda o departamento de futebol, atua diretamente nas contratações e tem papel importante na proteção do elenco diante da crise política.
Após o afastamento temporário de Augusto Melo, na última segunda-feira, Osmar Stabile, presidente interino do Corinthians, conversou com Fabinho para respaldá-lo no cargo. Vale lembrar que todos os diretores estatutários, ao contrário de Soldado, que tem cargo remunerado, foram desligados com o impeachment.
