Muros do PSJ e do CT são pichados em protesto; Augusto e diretoria da base são cobrados
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Por Rafael Marcon e Rodrigo Vessoni

O protesto revelou insatisfação com a gestão tanto do profissional quanto da base
Reprodução / Whatsapp
Na madrugada desta terça-feira, torcedores do Corinthians novamente picharam os muros do Parque São Jorge. Em forma de protesto, os principais alvos atacados pelas pichações foram Augusto Melo e a gestão de base alvinegra, comandada por Claudinei Alves.
As frases citadas revelam a impaciência da torcida em meio a uma crise no clube. Um dos dizeres mostrou o sofrimento do torcedor com o atual momento: “Literalmente, a Fiel sangra”. Outro, de forma mais agressiva, foi direcionado à equipe alvinegra: “A paz acabou!”.
Os torcedores ainda fizeram ataques diretos a Augusto Melo, citando o episódio em que o presidente bateu no rosto de um torcedor do Cruzeiro. "Bater na cara de torcedor bobo é fácil".
Fora isso, o protesto pediu mais voz e transparência ao torcedor nas eleições presidenciais, fazendo uso de uma das cartilhas do clube: a democracia - veja abaixo as pichações.
Para a base, o principal questionamento ficou por conta da quantidade de contratações na atual temporada. Sem muitos esclarecimentos, o clube já somou mais de 30 contratações para as categorias de base. "Nei (Claudinei Alves) e Walmir, já sabemos a intenção de vocês".
Esse foi o terceiro protesto em uma sequência de insatisfação da torcida. Nas vésperas do confronto entre Corinthians e Vitória, os torcedores levaram faixas ao Parque São Jorge. Outro caso aconteceu no final do mês de junho, onde parte dos muros também havia sido pichados com ataques ao elenco e diretoria.
Veja as pichações do protesto desta terça-feira

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