Gil volta de primeira grande lesão no Corinthians e se destaca em 45 minutos
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Por Tomás Rosolino
Gil em ação na partida contra o Boca Juniors, na Bombonera
Rodrigo Coca / Agência Corinthians
O zagueiro Gil voltou a atuar pelo Corinthians na terça-feira, contra o Boca Juniors, e conseguiu se destacar nos 45 minutos em que esteve em campo. Depois de perder quatro jogos por contusão pela primeira vez nos seus 361 duelos com a camisa corinthiana, ele atuou em alto nível.
Mesmo jogando metade da partida, Gil foi quem mais venceu duelos individuais (seis) ao lado do atacante Giovane, mas com um aproveitamento muito superior ao do jovem atacante (75% a 30%). Um ressurgimento importante para o experiente defensor de 35 anos.
A única vez em que ele havia experimentado uma lesão no Timão foi ainda em 2015, no jogo de volta da fase preliminar da Libertadores da América. Após sofrer uma pancada na panturrilha da perna direita, ele deixou o gramado no intervalo para a entrada de Edu Dracena.
Afora esse jogo, todas as raras vezes em que Gil precisou sair de campo foram por expulsão ou opção técnica do treinador. Ele já está na oitava temporada diferente com a camisa do Corinthians.
Gil foi substituído pela primeira vez no empate por 2 a 2 com o São Caetano, ainda em 2013, mas porque o técnico Tite queria buscar a vitória dentro de casa. Quem entrou no seu lugar, aliás, foi o meia Renato Augusto.
O mesmo se deu no último jogo do ano seguinte, a derrota por 5 a 2 para o Fluminense, no Maracanã. Na busca por tirar o prejuízo e com um jogador a mais, Mano mandou a campo Danilo na vaga do zagueiro.
Já nessa passagem, Gil não foi substituído em nenhuma ocasião em 2019, 2020 e 2021, atuando todos os 90 minutos nas partidas em que foi titular. Sua única saída havia sido no clássico contra o São Paulo, na Neo Química Arena, quando VP optou por desfazer a formação com três zagueiros.
